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CM.com apresenta dicas para um bom atendimento e sucesso na Black Friday

Uma pesquisa sobre a Black Friday realizada pelo Google Brasil em parceria com a Offerwise, revela que, neste ano, 70% dos consumidores irão gastar mais que em 2022. Além disso, 91% afirmam que irão pesquisar online antes de comprar algo durante o período. Dessa forma, ter uma estratégia bem planejada pode ser fator crucial para as empresas se destacarem em meio à concorrência e ter impactos positivos a longo prazo. Entretanto, não é apenas o bom desconto que chama a atenção dos consumidores, mas também saber transformar a comunicação em conversão de vendas, é o que defende a CM.com, empresa holandesa que atua no segmento do comércio conversacional (ConvComm).
Para Glaucia Hora, gerente de marketing digital sênior da CM.com, a utilização de redes sociais e aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, proporcionam abordagens inovadoras para transformar conversas em conversões dentro de um contexto cada vez mais personalizado, principalmente diante de momentos de altas vendas.
“O marketing conversacional entende a individualidade de cada um e coloca o controle do processo de vendas diretamente nas mãos do cliente. Tudo isso a partir do princípio de dar ao consumidor o que ele deseja e quando deseja. Quando as marcas utilizam as ferramentas adequadas, cada interação é uma oportunidade e cada conversa reflete uma potencial conversão. Por isso, usar dados para entender seu comportamento e ofertar algo de real interesse é imprescindível. Estar atento ao que o cliente deseja é a chave para trazer a conversão, isso inclui prestar atenção no histórico e também nas interações feitas dentro do ecossistema digital da empresa, de modo a criar campanhas mais assertivas de acordo com o interesse do consumidor”, diz a executiva.
Para ela, a organização e o planejamento são dois aspectos essenciais para garantir o sucesso de uma campanha, e esse é o momento de preparar sua equipe para lidar com um volume de consultas significativamente maior. A implementação de chatbots pode ajudar a filtrar questões mais simples daquelas mais complexas que requerem atendimento humano para serem solucionadas.
Também é importante que as ofertas e promoções sejam claras e de fácil compreensão para os clientes. Nesse sentido, um sistema de suporte proativo, que inclui e-mails ou canais conversacionais como WhatsApp, Instagram ou Facebook, pode ajudar no fornecimento de informações relevantes como prazos de entrega e políticas de devolução, de forma a garantir a transparência no processo de compras.
Durante a Black Friday, mais que apenas responder dúvidas ou resolver problemas, é necessário construir uma conexão duradoura com os clientes, que por sua vez, esperam um atendimento rápido e personalizado. Além disso, ao utilizar os canais preferidos dos consumidores, as marcas têm a possibilidade de garantir uma experiência consistente e marcante, evitando também o abandono de carrinhos – que é uma dor no mundo do e-commerce – ao enviar a mensagem certa, no canal certo.
Ainda no contexto do atendimento, integrar soluções de inteligência artificial pode ajudar a tornar a comunicação entre empresas e clientes mais eficaz. Isso pode ser aplicado tanto no atendimento quanto no envio de conteúdo personalizado. Outros fatores importantes para se considerar durante o período incluem oferecer opções de pagamento flexíveis, benefícios como entrega grátis, cashback e programas de fidelidade.
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Chilli Beans e Anitta coloca o poder da comunidade e do fã no centro do Live Marketing

A Chilli Beans reafirma sua hegemonia no território da música e da atitude ao lançar uma nova collab estratégica com a estrela global Anitta. Indo além do lançamento de uma nova linha de óculos, a marca de Caito Maia aposta no protagonismo dos fãs para conduzir a narrativa, transformando a parceria em um verdadeiro movimento de impacto cultural que pulsa das ruas para as redes sociais.
A estratégia está profundamente enraizada no DNA da companhia, que sempre utilizou a música como um conector social. Segundo Caito Maia, fundador da Chilli Beans, a relação com o público é horizontal e participativa. “Desde o começo, a Chilli nasce entendendo a música e a cultura como plataformas de conexão real. A gente não fala para o fã, fala com ele. Quando criamos espaços para que essas pessoas se expressem, a marca deixa de ser um produto e passa a ser parte da vida, da identidade e da história delas”, afirma Caito.
O timing escolhido para intensificar a ação não poderia ser outro: o Carnaval. A marca marcou presença em quatro datas dos Ensaios da Anitta pelo Brasil com a ativação do Chilli Moov, unidade móvel que promove a interação física e imediata entre a marca, a artista e a comunidade. Essa presença no on-the-ground é complementada por uma forte ofensiva digital através do #ChilliBeansQGChallenge. O concurso cultural, realizado em parceria com o QG da artista entre 13 e 22 de fevereiro, convida fãs de todo o país a criarem conteúdos autorais inspirados na collab e na folia.
Um diferencial importante desta ação de live marketing é o critério de seleção: a premiação foca na criatividade e na narrativa autoral, deixando de lado as métricas frias de engajamento para privilegiar o senso de pertencimento. O vencedor do desafio receberá uma caixa exclusiva com dez óculos e dez Chilli Charms, idêntica à coleção pessoal da própria Anitta, um gesto que reforça a proximidade aspiracional entre o ídolo e o seguidor.
Essa iniciativa consolida um modelo de negócio que a Chilli Beans já testou com sucesso em parcerias anteriores, como com Luan Santana e Simone Mendes. Ao colocar o fã como o elo central entre marca e cultura, a Chilli Beans deixa de apenas vender acessórios para gerenciar comunidades vibrantes e criativas.
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Vitacon se reposiciona como a primeira “fincorporadora” do país em estratégia assinada pela FutureBrand

A Vitacon, que há 16 anos dita tendências em empreendimentos inovadores, anunciou um reposicionamento disruptivo: a companhia passa a se apresentar como a primeira fincorporadora do Brasil. O conceito, que funde a incorporação imobiliária à lógica rigorosa do mercado financeiro, busca tratar o imóvel como um ativo estratégico desde a sua concepção, utilizando dados, governança e previsibilidade para atrair um investidor cada vez mais sofisticado.
O projeto de rebranding, que inclui uma nova identidade visual e uma profunda mudança na cultura organizacional e no consumer behaviour, foi desenvolvido pela FutureBrand São Paulo, agência do Grupo Omnicom. A mudança é visual e simbólica: o tradicional vermelho da marca dá lugar ao azul, evocando sobriedade, transparência e elegância — atributos intrínsecos ao universo das finanças.
“Esse reposicionamento traduz uma evolução natural da Vitacon. A marca passa a refletir com mais clareza quem já somos na prática, uma companhia que combina visão imobiliária com racional financeiro, dados e governança. A nova identidade visual acompanha essa mudança, reforçando atributos como sofisticação, transparência e confiança, essenciais para dialogar com um investidor cada vez mais atento à lógica de valor e previsibilidade”, afirma o diretor de marketing e comunicação da Vitacon, João Henrique Firmino.
A estratégia de live marketing e comunicação da nova fase será onipresente. A nova identidade clean e contemporânea será aplicada em todos os pontos de contato, dos tapumes de obras aos materiais de investidores. Além disso, a Vitacon aposta na digitalização da jornada do cliente, com o lançamento de podcasts, newsletters e conteúdos próprios que visam transformar a marca em uma autoridade em investimentos e o futuro das cidades.
Para Ana Virtuozo, diretora de head e estratégia da FutureBrand São Paulo, o movimento equilibra a inovação histórica da empresa com uma inteligência financeira aguçada. “A Vitacon entra em um novo momento ao se posicionar como uma marca que trata o tijolo como ativo estratégico. A estratégia aproxima a experiência da marca do universo financeiro, com mais inteligência, previsibilidade e proximidade para os investidores, sem abrir mão da sua essência de inovação e transformação da cidade. Investimento, tecnologia e visão urbana passam a operar de forma integrada, ampliando o papel da companhia para além da incorporação tradicional: uma fincorporadora”, pontua Ana.








