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Clientivizar: Uma comunidade completamente obcecada por clientes

“Não existe nada mais fora de moda do que vender e desaparecer”, é a frase sempre repetida por Márcio Pessoa, idealizador e fundador da comunidade online Clientivizar, que tem o propósito de revolucionar o relacionamento com clientes por meio da colaboração e do compartilhamento entre os seus membros e seguidores.
A ideia surgiu durante a pandemia quando Márcio, que já acumula mais de 27 anos de carreira em Relacionamento com Clientes e cargos correlatos, resolveu criar sua própria rede de conteúdo depois de participar de vários cursos e vivenciar inúmeras implementações nas diversas empresas por onde passou. “Ao participar de vários eventos em torno dos temas relacionados ao atendimento a clientes, eu sempre sentia falta de uma linguagem mais próxima de quem realmente lida com clientes no dia a dia. Muitos conteúdos são gerados por pessoas que, há anos, não lidam diretamente com o atendimento a clientes. E eu tinha a ideia de levar algo simples, descomplicado e fácil de ser implementado”, diz Márcio.
E assim nasceu o Método Clientivizar, um curso online que conta com 5 módulas e 25 aulas divididas entre recomendação e comentários dos livros que norteiam a o programa, seguido de aplicação de métodos eficazes para serem aplicados individualmente ou com todo o time da empresa ou negócio. E as aulas vão ainda além, ensinando a tratar e manipular dados de clientes, fazer pesquisas de satisfação online, e implementar um sistema de CRM gratuito. Ao fim do curso, os alunos têm em mãos, um projeto completo de Relacionamento com Clientes para implementar em seu negócio, onde trabalha ou pretende trabalhar.
A Comunidade tem lives gratuitas semanais, com esclarecimento de dúvidas, participação de convidados e postagens diárias levando “doses homeopáticas” de Clientividade para os seus seguidores.
A Clientivizar acredita que todas as empresas deveriam prestar mais atenção e entender para atender todos aqueles clientes que já disseram sim para o produto ou serviço que oferecem, ao invés de manterem o foco principal somente em conseguir novos compradores. O cliente satisfeito gera lucro ao recomendar e contribuir para a reputação positiva da empresa, que é o bem mais valioso que se pode ter na atual “Era do Cliente”.
As inscrições para os interessados em participar do curso online em torno do Método Clientivizar estão abertas até o dia 17 de novembro e as vagas são limitadas. Os primeiros inscritos terão direito a uma mentoria gratuita com o Márcio Pessoa para avaliação do projeto final a ser implementado. O link para inscrições é este aqui: https://clientivizar.com.br/clientivizar/
*Marcio Pessoa é publicitário, pós-graduado em Comunicação 360º pela ESPM de SP e especialização em Inteligência Competitiva. Especialista em Relacionamento com Clientes, Marketing e Inteligência de Mercado. Em 27 anos de carreira, acumula experiência nos mercados de Telecom, TI e Eventos e Incorporação e Construção, onde atualmente é Gestor de Sucesso do Cliente.
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








