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Chilli Beans entra no universo esportivo e realiza ação com a Smart Fit

A Chilli Beans realizou uma ação em parceria com a Smart Fit para divulgar o novo pilar esportivo da marca. Nos últimos dias, as instalações da rede de academias se tornaram palco de diversas ações que deixaram seus alunos com uma “pulga atrás da orelha”. Desde “corredores mascarados”, a adesivos Chilli Sports em TVs, espelhos e esteiras, as pessoas que passaram pelas academias foram impactadas pela mais diversas ações de marketing que também contemplam uma minissérie de quatro capítulos, transmitida na fachada da Smart Fit da Avenida Paulista, e um lançamento em primeira mão da nova linha de óculos da marca.
Renomada por sua criatividade e qualidade em óculos escuros, a Chilli Beans entra mais a fundo no universo esportivo com uma proposta única. Ao se associar à Smart Fit, a marca não apenas amplia seu alcance, mas também reforça sua relevância em um segmento em constante crescimento. “Estamos muito felizes e confiantes com essa parceria. O pilar esportivo da Chilli é uma das nossas maiores apostas para esse ano e ter a Smart Fit como parceira desse projeto é fantástico. Temos certeza que será uma ação irada”, reforça Caito Maia, fundador da Chilli Beans.
A minissérie que será veiculada como parte da ação, terá quatro episódios em que os atores principais são “corredores mascarados” que aparecem de surpresa dentro das academias Smart Fit, vestindo looks com o logo da Chilli Sports, com o propósito de mostrar para os alunos que as duas marcas estão ligadas e de gerar uma curiosidade a respeito do que os esperam. Além de interagir com os alunos da rede, os “corredores mascarados”, ainda irão contracenar com influenciadores do mundo fitness.
“Ficamos orgulhosos em abrir nossas portas para mostrar ao nosso público uma linha de produtos esportivos que agregue valor a nossa marca. Afinal, o esporte está na nossa essência e sempre buscamos parcerias que mostrem isso”, afirma Guilherme Costa, head de marketing Brasil da Smart Fit.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








