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Chilli Beans e Alok lançam coleção de óculos

A Chilli Beans, rede especializada em óculos escuros, lança uma nova coleção com o Alok, um dos artistas brasileiros mais renomados do mundo. Sendo a oitava parceria entre ambos, a inspiração desta vez vem de uma das grandes paixões do artista: os sneakers. A novidade explora todo o universo autêntico e arrojado dos tênis com uma linha de produtos exclusivos. Sempre à frente das tendências e inovações do mercado, o lançamento promete conquistar tanto os fãs da moda urbana quanto os amantes de acessórios ousados e esportivos.
“A cultura dos sneakers faz parte do meu estilo de vida, eu sou fanático por tênis. Assim como sou fanático por óculos de sol. Os dois acessórios são peças fundamentais nos meus looks para os shows. Muitas vezes uso uma roupa mais neutra para destacar o óculos ou o tênis e, agora, tive a oportunidade de unir esses universos e desenvolver uma coleção que parte do design dos sneakers para criar modelos de óculos de sol. Sou parceiro da Chilli Beans há anos, juntos lançamos a linha sneakers que são óculos de sol desenhados a partir das texturas das solas dos calçados, cadarços e formatos de vários tênis que eu curto”, comenta Alok.
A marca mergulhou nos detalhes para contar essa história, que vai além do conceito de estilo. Cada peça traz elementos característicos como cabedais, cadarços, solados e detalhes emborrachados que trazem ainda mais a essência descolada dos modelos mais icônicos amados pelos sneakerheads. É uma linha versátil com uma aposta em um design inovador com materiais de alta qualidade, sendo a coleção perfeita para quem busca um acessório que equilibre conforto e estilo. Um verdadeiro must-have para quem vive a moda em todas as suas formas.
“Já é a oitava colaboração entre Alok e Chilli Beans. Uma combinação que deu muito certo e que reforça o pilar de música presente na essência da marca com toda a credibilidade e ousadia que o Alok tem. Para essa collab, quisemos trazer algo que, particularmente, eu sou muito fã – piro em modelos diferentes de tênis, e, sabendo que essa também é uma das paixões do Alok, o tema não poderia ser outro. Sneakerheads, vocês sabem do que estou falando”, diz Caito Maia, fundador da Chilli Beans.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







