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Chilli Beans anuncia coleção com Ludmilla e traz pocket com a Gloria Groove em evento online

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Primeira transmissão da marca acontece no próximo dia 3 de maio, reunindo artistas para levar conteúdo ao público durante a quarentena

A já conhecida Superdose, evento da Chilli Beans que transformou uma convenção interna em um verdadeiro espetáculo, apresentando os lançamentos do ano com performances e shows exclusivos, ganha nova versão durante a quarentena. No dia 3 de maio, às 19h, os amantes da moda, música e arte poderão acompanhar um formato inédito e pela primeira vez aberto ao público em seus canais no YouTube, Facebook e Instagram. O evento online e ao vivo terá participação especial do ator Felipe Titto, vai contar com um pocket show da cantora Gloria Groove e anúncio da coleção especial com a Ludmilla, além outras atrações surpresas e doações para o enfretamento do novo coronavírus.

Sob o comando de Caito Maia, CEO da companhia, e da jornalista e apresentadora Denize Savi, a Chilli Beans vai usar uma tecnologia de telas múltiplas para unir artistas e público durante uma hora de espetáculo. Cada uma das coleções será apresentada por performance que une dança, música e projeção. A marca promete lançar edições especiais para diferentes gostos, com temas relacionados a moda, arte e cultura pop. Na ocasião também serão anunciadas grandes promoções, a premiação dos melhores profissionais da empresa e as datas sazonais.

A Chilli Beans fará a sua contribuição social e anuncia todas as doações que serão realizadas para combater os prejuízos gerados pela pandemia: 5 mil óculos de proteção EPI para a Secretaria de Saúde de Governo do Estado de São Paulo, 10 mil armações para óculos de grau e 2 mil lentes. Caito Maia ainda promove uma ação para engajar o público nessa causa e anuncia a seguinte campanha: durante a realização da live, a cada 1 real doado, a Chilli Beans irá doar 2 reais para auxiliar os grupos vulneráveis nesse momento de pandemia.

“Estamos super felizes em conseguir levar uma parte da experiência que é vivida dentro do nosso navio para todo o público por meio da internet. É durante a Superdose que conseguimos engajar o nosso time e mostrar o conceito de cada uma das coleções que serão apresentadas ao logo do ano. Agora tivemos a ideia de levar esse grande espetáculo para mais pessoas em forma de entretenimento online”, afirma Caito Maia. “Nesse momento, resolvermos exercitar a criatividade e abusar da tecnologia para manter contatos ainda mais verdadeiros com os nossos clientes”.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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