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Cerveja Corona lança versão em lata inédita no Brasil com embalagem sustentável

Usando papel cartão de maneira reduzida e inovadora, piloto está sendo realizado em pontos selecionados de venda do Rio de Janeiro. Confira!!
A linha da cerveja Coronano Brasil acaba de ganhar uma nova opção, além da tradicional long neck (330 ml) e da Coronita (210 ml): uma versão em lata, a mais sustentável já lançada pela marca no mercado local. O produto será vendido em um pack com seis unidades de 350 ml, trazendo um formato inovador de embalagem para o mercado brasileiro. As latas de alumínio são unidas por uma lâmina de papel cartão minimalista afixada no topo do pack – conhecida como keel clip, a solução é inédita no Brasil e substitui o plástico utilizado em engradados comuns de lata. Por enquanto, o novo pack está disponível apenas em pontos de vendas selecionados no Rio de Janeiro.

Liderado pelo time multifuncional de inovação da Ambev em parceria com a marca, o desenvolvimento reflete o processo de transformação de negócio e de cultura na cervejaria, que reúne metas ambiciosas de sustentabilidade em temas como água, economia circular, redução de carbono e agricultura sustentável. Corona, como a primeira marca global de bebidas a se tornar neutra em resíduos plásticos – o que significa que hoje a cerveja recupera e recicla mais plástico do que utiliza em sua cadeia de produção e distribuição –, tem atuado ao longo dos últimos anos em iniciativas para lutar contra a poluição ambiental e trabalhado para eliminar o plástico de seus processos.
“Inovação e sustentabilidade andam lado a lado na jornada da Ambev. As nossas metas de sustentabilidade, anunciadas em 2018, são ambiciosas e estamos avançando rumo a atingi-las 100% até 2025. No Brasil, fomos além dos compromissos assumidos globalmente e temos um objetivo adicional: acabar com a poluição plástica das embalagens. Nesta caminhada, trabalhamos nas frentes de embalagem retornável, reciclagem e inovação. Em 2020, nosso índice de conteúdo reciclado nas embalagens no Brasil chegou a 47% (vidros), 45% (PET) e 74% (latas de alumínio)”, conta Lisa Lieberbaum, Gerente de Sustentabilidade em Embalagens da Ambev. Ao final de 2020, o Brasil ficou entre os principais líderes do mundo em reciclagem de latas de alumínio. Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), apontam que o índice de reciclagem chegou a 97,4%.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







