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Casas de apostas patrocinam vários clubes brasileiros

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Casas de apostas patrocinam vários clubes brasileiros

No Brasil nada menos que 14 dos 20 clubes da Série A do Brasileirão e vários de outras divisões já ostentam as marcas de casas de apostas em seus uniformes

Que o Brasil é o País do futebol todos já sabem, apesar dos problemas relativos ao esporte em uma Nação emergente e com clubes enfrentando dificuldades financeiras. A paixão do povo, porém, segue forte e fiel por seus times de coração.

Com tanto amor pelo futebol e uma gigantesca população o mercado brasileiro tem sido um alvo preferencial de casas de apostas de todo o mundo. O segmento movimentou quase R$ 7 bilhões em nosso país em 2019 por meio de mais de 200 bookmakers nacionais e internacionais, que já contam com milhões de apostadores no Brasil, não apenas entre os fãs do futebol como de outras modalidades como basquete, vôlei ou automobilismo, por exemplo, além dos jogos eletrônicos que tanto agradam aos jovens de cassinos virtuais. Empresas como a gigante Bet365, maior do mundo no ramo de apostas virtuais e com sede no Reino Unido, além de terem milhões de usuários – no caso deste bookmaker são 20 milhões em todo o planeta -, também têm firmado parcerias com clubes de futebol e fechado contratos de patrocínio muito vantajosos para as agremiações.

No Brasil nada menos que 14 dos 20 clubes da Série A do Brasileirão e vários de outras divisões já ostentam as marcas de casas de apostas em seus uniformes. Desde o poderoso e milionário Flamengo – atual bicampeão nacional – até emergentes como o RB Bragantino, muitos times já firmaram parcerias com bookmakers.

Na Região Nordeste, cada vez mais forte no plano nacional, clubes como o Fortaleza – tricampeão cearense – também já têm patrocínios de casas de apostas. A tendência é acordos do gênero crescerem ainda mais nos próximos anos. E as parcerias não serão apenas pontuais, mas do tipo Master, envolvendo milhões de reais que, obviamente, são muito bem-vindos aos cofres dos públicos. As casas de apostas como a Bet365, com mais tempo de mercado e licenciamento de qualidade e segurança, também investem pesado em publicidades como placas em estádios de futebol, divulgação por rádio e televisão e patrocínio de competições nacionais ou internacionais. A líder mundial do segmento tem um forte investimento no Stoke City, da Inglaterra.

Um fato que facilitou bastante a expansão das parcerias entre casas de apostas e clubes no Brasil foi a legalização a atividade, ocorrida no final de 2018, com aprovação no Congresso Nacional. Apostar pela internet é legal, seguro e potencialmente lucrativo e, obviamente, ter um parceiro como uma empresa internacional com tamanho conceito e lucratividade só pode ser bom para clubes com as finanças combalidas como muitos dos brasileiros.

É bom lembrar que para alguém apostar é necessário ter no mínimo 18 anos de idade e preencher um cadastro com informações pessoais no próprio site da empresa. As melhores casas de apostas oferecem bônus de boas-vindas aos iniciantes e têm um sofisticado sistema de cotações (odds) que funcionam como uma verdadeira bolsa de apostas. Nos sites também há informações sobre o desempenho de clubes e atletas, o que facilita na hora de fazer uma aposta.

Enfim, os bookmakers chegaram ao Brasil para ficar e cada vez mais veremos suas marcas nos estádios de futebol do País, em campanhas publicitárias pela televisão ou na internet e em outras mídias. Apostar agora é bem mais simples: basta ter um simples aparelho móvel como um smartphone, por exemplo, e internet de qualidade para começar a diversão. No Brasil já há quem ganhe mais de R$ 5 mil mensais, provando que é possível ter a atividade como uma ótima fonte de renda.

Autor: J.P. Júnior

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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“Ciúme, Ciúme”, de Olivia Rodrigo, inspira campanha da Vivo sobre excesso de telas

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A tecnologia tem transformado de forma acelerada e significativamente as relações humanas em diferentes aspectos – trabalho, relacionamentos e até tarefas cotidianas. O cenário de hiperconexão vem gerando preocupações em escala global sobre o impacto na saúde mental e como uma relação que começou benéfica, levanta agora alertas importantes. De acordo com o Panorama da Saúde Mental 2024, conduzido pelo Instituto Cactus e pela AtlasIntel, 40% dos entrevistados afirmaram que a quantidade de curtidas e comentários nas redes sociais influenciaram significativamente sua autoestima, com essa dependência de validação externa sendo especialmente notável entre adolescentes e jovens adultos. Nesse mesmo estudo, 45% dos jovens brasileiros, entre 15 e 29 anos, relatam que o uso intenso de redes sociais impacta qualidades em sua saúde mental, contribuindo para o aumento da ansiedade e depressão. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS), mostra que 5,8% da população brasileira sofre de depressão, o que equivale a 11,7 milhões de pessoas, fazendo com que o Brasil lidere o ranking de ansiedade e depressão na América Latina. Outro levantamento, dessa vez feito pela VTrends, hub de pesquisas e insights da Vivo, mostra que 51% das pessoas afirmam que perdem a noção das horas quando estão conectadas em dispositivos móveis.
A Vivo, que há muitos anos vem ampliando as discussões sobre os excessos do uso da tecnologia e tem se posicionado de forma propositiva sobre a importância do uso equilibrado do celular, reforça um movimento de discussão atual sobre o tema. Em sua nova campanha convida as pessoas a mudarem seu ritmo com o celular, estabelecendo novos limites e uma relação mais saudável no uso das telas.
“Ao passo que a tecnologia ocupa um espaço cada vez maior em nossas vidas, é preciso buscar formas de estabelecer uma relação mais saudável e equilibrada com o celular. Esta pauta tem uma escala global e intergeracional, e como marca líder e com um olhar humano, temos que é fundamental promover este diálogo”, afirma Marina Daineze, diretora de marca e comunicação da Vivo.
A campanha, criada pela Africa Creative, inicia com o filme “Relacionamento Tóxico”, que traz uma versão de “ciúme, ciúme”, de Olivia Rodrigo como trilha sonora. A música foi uma escolha intencional para o material, tanto pela força da letra que fala sobre as consequências do uso excessivo das redes sociais, quanto pela relação da cantora com a geração Z e sua identificação com esse público. O filme retrata como uma jovem está imersa em seu celular, sem perceber que está sendo dominada pelo mundo online e vivendo sob a pressão de estar sempre conectada. Ao atuar com a agência Spark, a marca traz também uma estratégia de RP e Influência para ampliar o alcance e gerar conversas sobre essa pauta tão relevante.
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Paramount+ destaca sucesso de séries dramáticas no Brasil

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A Paramount+ é o lar exclusivo das melhores séries dramáticas e o destino para histórias imperdíveis. Para reforçar seu compromisso com o conteúdo, o streaming inicia campanha “Viciados em um Bom Drama” que destaca a paixão dos brasileiros pelo gênero e as séries mais assistidas e aclamadas da plataforma: Yellowstone, 1923, Tulsa King, Lioness e The Handmaid’s Tale, com data de estreia da última temporada marcada para o dia 9 de abril, com exclusividade, no Paramount+.

Como parte da ação, a plataforma convida uma apresentadora e jornalista proficiente no quesito drama, assim como o Paramount+. A “Rainha do Drama”, Regina Volpato, avalia os mais diversos plot twists no Controle de Drama de Qualidade do serviço de streaming. Quando a especialista lê o enredo das séries, com todas as tramas envolvidas, ela bate o martelo e decreta que as histórias são dignas de séries, afinal, elas têm tudo aquilo que os brasileiros amam em um bom drama.

O sucesso das produções dramáticas na plataforma, além de trazer histórias fortes, emocionantes e de tirar o fôlego, vai além do Brasil, sendo um resultado mundial — o reflexo disso foi o retorno triunfal da segunda parte da quinta temporada de YELLOWSTONE, que trouxe o grande desfecho de John Dutton, vivido por Kevin Costner. Lançada no final do ano passado, a produção conquistou o título de maior estreia internacional da plataforma, alcançando a marca de 21,1 milhões de espectadores em seu primeiro episódio.

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