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Campeonato Brasileiro de League of Legends 2020 tem novo patrocinador e anuncia modelo de franquia

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Novos casters estreiam no CBLoL e no Circuito Desafiante, enquanto TFT entra para o cenário competitivo no Brasil

Uma das competições de jogos eletrônicos mais importantes do país, o Campeonato Brasileiro de League of Legends, mais conhecido como CBLoL, se renova para a Temporada 2020! Entre as novidades estão a Mastercard, como nova patrocinadora, e a atualização do time de narradores e comentaristas da liga. Além disso, a Riot Games, organizadora do torneio, anuncia a implantação do sistema de franquias em 2021 e a estreia de um projeto de Esports paraTeamfight Tactics (TFT) ainda este ano. Confira a seguir todos detalhes.

Patrocinadores
A Riot Games tem a honra em anunciar o mais novo patrocinador do Campeonato Brasileiro de League of Legends: Mastercard. Desde 2018, a marca é parceira global exclusiva de serviços de pagamento nos eventos de LoL e neste ano expande sua atuação para o CBLoL. Dentro do patrocínio estão previstas ativações em vídeo, OOH, exclusividade na pré-venda de ingressos, distribuição in-game de benefícios, experiências Priceless exclusivas, meet&greet com atletas, entre outras atividades.


“O incentivo ao CBLoL é uma das estratégias para se aproximar da geração Z e fazer com que a marca seja diferenciada não só entre os jogadores de LoL, mas também entre consumidores fora do mundo dos e-Sports”, diz Sarah Buchwitz, VP de Marketing e Comunicação Mastercard Brasil e Cone Sul.

Já a Gillette, primeira marca a patrocinar o CBLoL, mais uma vez renova a parceria com o campeonato. “Quando entramos nesse universo, sempre falamos que não era apenas um jogo e sempre acreditamos nisso, no potencial do território de Esports. Nossa nova campanha chega justamente para reforçar ainda mais esse compromisso, além de buscar proximidade genuína com os amantes de games. O público pode esperar um filme com alta produção e trazendo nosso embaixador Kami de uma forma bem diferente do que estão acostumados, estrelando o comercial como garoto-propaganda e se revelando um ótimo ator”, explica Bruno Martins, gerente de Marketing de Gillette no Brasil.

A competição continua também com o patrocínio da Dell Gaming, que segue oferecendo a estrutura de computadores que os jogadores utilizam durante as partidas oficiais de League of Legends. “A Dell, por meio da marca Dell Gaming, é patrocinadora oficial do CBLoL há dois anos e isso mostra a importância que o setor tem para a empresa, que além de trazer tecnologias com as últimas inovações do mercado para oferecer uma experiência ainda mais imersiva nos jogos e atender todos os tipos de jogadores, apoia e incentiva o crescimento e profissionalização do eSports no país”, afirma Fernanda Serrani, Gerente de Marketing do segmento de Consumer. “Ao promover e patrocinar campeonatos de expressão no país, a empresa espera marcar presença na história da modalidade brasileira”, completa.
Por fim, o CBLoL e a Red Bull também renovaram a parceria para 2020. A empresa de bebidas energéticas diz que “novamente, estaremos juntos no CBLol ao longo de todo o calendário e no Red Bull Player One, que a partir deste ano passa a se chamar Red Bull Solo Queue. O campeonato de 1×1 deste ano terá uma Final Américas no Brasil e, pela primeira vez em 7 anos, será organizada uma final mundial fora do país.”

A exemplo do que foi feito ano passado, “a Red Bull vai lançar 4 novas latas com Campeões do League of Legends e oferecerá uma série de premiações, dentro e fora do jogo, para os consumidores cadastrados na ativação.” Os personagens que vão estampar as latinhas serão divulgados ao longo do ano.

Para Carlos Antunes, diretor de Esports da Riot Games no Brasil, a presença de grandes marcas endossa a credibilidade do CBLoL e o poder da comunidade que acompanha esportes eletrônicos desde o aparecimento dos primeiros campeonatos no país. “Estamos muito felizes com os resultados do CBLoL e do Circuito Desafiante em 2019. Nossa comunidade não só cresceu como mostrou um engajamento incrível em termos de audiência, mostrando a força dos Esports na nossa comunidade e no Brasil”, afirma o executivo.

“2020 trará muita coisa nova e será um ano fundamental para construir o futuro do CBLoL”, destaca Antunes. “Estudamos a estrutura de franquias e chegamos à conclusão de se tratar de um modelo viável no Brasil. Vamos dar início ao processo de aplicação de times ainda neste ano e nosso foco é já termos um novo CBLoL em 2021”, completa.

Novo time de Casters
Uma das grandes novidades da Temporada 2020 é o novo time de narradores e comentaristas do CBLoL, mais conhecidos como casters. Buscando a criação de novos formatos de narrativa e considerando o feedback da comunidade, a Riot decidiu renovar seu quadro de talentos e agora Melão, Skeat, Tixinha, Schaeppi e GSTV vão dar as boas vindas ao Gruntar, ex-caster do Circuito Desafiante, e a dois ex-atletas de League of Legends: Carlos Henrique “Nappon” Rücker e Murilo “Takeshi” Alves. Para completar o time, no Circuito Desafiante, Arthur “Vecet” Rage e Gabriel “MiT” Souza se juntam a Dudu “Etsblade”.
Já o programa Depois do Nexus contará com a participação de Letícia Motta, Matheus “Mylon” Borges, Ravena Dutra e Gustavo “Baiano” Gomes.
Sistema de Franquia

Depois de analisar o cenário brasileiro e diferentes experiências de formatos no mundo, a Riot Games chegou a conclusão de que é viável implantar o sistema de franquias no cenário competitivo brasileiro de League of Legends. As regiões da América do Norte, Europa e China já atuam com essa estrutura nas ligas de Esports, no qual os times tornam-se parceiros formais e permanentes dos torneios.

O processo de inscrição e análise de organizações para o CBLoL tem início ainda este ano com o objetivo de implementar o novo modelo em 2021. Mais detalhes serão divulgados em breve.

Teamfight Tactics
A comunidade brasileira abraçou Teamfight Tactics e, por isso, a Riot Games vai organizar um torneio piloto do jogo em 2020 no Brasil. Mais novidades em breve.

A Fase de Pontos do Campeonato Brasileiro de League of Legends começa no dia 25 de janeiro, no estúdio da Riot Games, em São Paulo, a partir das 13h. Todos os confrontos serão transmitidos nos canais oficiais da empresa no YouTube e na Twitch e também no SporTV 2.

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Apresentação para evento em painel de LED: como preparar os slides

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O arquivo 1920 por 1080 que funciona no notebook não cobre um painel de evento grande. O acerto de formato começa semanas antes, na conversa com o fornecedor do painel.

A Mindo, estúdio de apresentações e motion design de São Paulo, faz o acerto de formato do painel antes de desenhar a apresentação de evento: segundo a própria Mindo, painel com mais de dez metros não cabe num arquivo 1920 por 1080 padrão e exige dimensão sob medida, às vezes com duas apresentações para o mesmo evento. Entre os trabalhos do estúdio está a apresentação exibida na cerimônia do Prêmio Einstein +Admirados da Imprensa de Saúde, Ciência e Bem-Estar, pensada para um palco de grande escala.

O texto abaixo organiza o que pedir ao fornecedor do painel, o que muda no desenho dos slides e como se preparar quando o prazo é curto.

Por que o slide 16:9 quebra no painel de LED?

O slide 16:9 quebra no painel porque o painel de evento tem outra geometria: é largo, baixo e às vezes dividido em módulos. Um arquivo 16:9 esticado numa tela assim deforma o logo, corta o rodapé ou ganha barras pretas nas pontas, e o público vê um palco com parte do painel apagada.

A aritmética mostra o tamanho do problema. Num painel hipotético de 12 por 3 metros, a proporção é 4:1, enquanto o slide padrão tem 1,78:1. Para preencher o painel, o slide precisa ser desenhado em outro formato desde o primeiro rascunho. Mudar a dimensão depois de pronto obriga a refazer a diagramação, e o prazo de evento quase nunca comporta isso.

O que pedir ao fornecedor do painel antes de desenhar

A montadora ou o fornecedor de LED tem as respostas, e metros dizem pouco para quem desenha slide. Peça, por escrito:

  • Resolução real em pixels, largura por altura, do painel inteiro e de cada região, se ele for dividido.
  • Proporção final do campo de imagem, depois de somados todos os módulos.
  • Área útil: o trecho que o público vê de todos os lugares da plateia, sem estrutura, cenário ou borda do palco na frente.
  • Se há mais de um painel (central, laterais, tela de apoio) e se cada um recebe um arquivo diferente.
  • Como o arquivo entra no sistema: PowerPoint aberto direto, vídeo exportado ou sequência de imagens. Isso muda o que o estúdio entrega e o que o operador consegue ajustar na hora.
  • Quais fontes e vídeos precisam ir embutidos, e em que formato o fornecedor aceita cada um.

Com a resolução em mãos, o estúdio configura o tamanho de slide personalizado antes de desenhar qualquer coisa.

Onde fica o palestrante em relação ao painel?

A posição do palestrante decide onde o conteúdo pode ficar. Se a pessoa fala no centro, em frente à tela, o corpo dela cobre justamente a área onde o título costuma ir. Se o púlpito está à esquerda, o conteúdo importante vai para a direita.

Peça à produção a planta do palco com púlpito, mesa, sofá de debate e escada. Sobreponha essa planta ao layout e marque as zonas cegas, aquelas atrás de pessoas, móveis e estrutura. Número, frase e nome de participante saem dessas zonas. Ali cabem só fundo, textura e elementos de ambientação.

Como preparar slides para um evento corporativo grande?

Para um evento grande, o desenho dos slides muda em quatro frentes, todas ligadas à distância entre o painel e a plateia.

Tipografia. O que parece enorme no monitor fica pequeno do fundo da sala. Projete o slide numa tela e olhe da outra ponta do ambiente. Bloco de texto com mais de duas linhas raramente funciona no painel: troque o parágrafo por uma frase ou por um número em destaque.

Margens. Deixe margem de segurança generosa em volta de tudo o que importa, maior que a de uma tela comum. Elemento colado na borda é o primeiro a ser cortado por moldura, ajuste de cor ou enquadramento de câmera.

Contraste e cor. Painel de LED emite luz, então teste no ensaio se o fundo branco ofusca numa sala escura e se degradês suaves aparecem em faixas. Fundo escuro ou de cor sólida, com texto claro, é o ponto de partida mais seguro. Mostre a paleta ao fornecedor do painel antes da versão final.

Imagens. Foto que ficava nítida num slide pequeno estoura em pixels quando ocupa metros de painel. Peça a imagem em alta resolução desde o briefing e use ilustração vetorial quando o tema permitir, porque ela escala sem perder a borda.

Preciso de uma apresentação para evento corporativo com prazo apertado: o que fazer primeiro?

Com prazo apertado, a primeira providência é mandar ao estúdio os dados de formato e de palco, antes de qualquer conteúdo. A resolução do painel, a planta do palco e o roteiro de quem fala são as três informações que o estúdio precisa ter em mãos para começar a desenhar. O material da Mindo registra o Prêmio Einstein como uma apresentação de evento feita com prazo apertado, pedida pela agência responsável pelo evento.

O processo do estúdio tem cinco etapas: briefing, roteiro e storytelling, identidade visual da apresentação (com uma prévia para aprovação), criação da apresentação completa e revisão com entrega. Num projeto curto, aprovar a prévia logo cedo protege a criação da apresentação completa de uma mudança de rumo.

Depois da entrega, o formato do arquivo conta. Segundo a própria Mindo, uma alteração numa apresentação 100% editável volta em cerca de cinco minutos, ao contrário de um vídeo, que precisa ser renderizado de novo. Isso só ajuda se o arquivo estiver aberto e no formato certo no dia.

Como testar a apresentação no local

Nenhuma checagem em escritório substitui o teste no palco. Combine com a produção um ensaio técnico em que o arquivo real, e não um de amostra, rode no painel final, com o operador que vai acioná-lo. Nesse ensaio, confira:

  1. Se o conteúdo ocupa o painel inteiro, sem barra preta nem esticamento.
  2. Se a leitura funciona das fileiras do fundo e das laterais da plateia.
  3. Se o palestrante, na posição marcada, deixa o essencial visível.
  4. Se animações e vídeos rodam sem engasgar e se as fontes aparecem como foram desenhadas.
  5. Se a troca de um slide para outro acontece no ritmo combinado com quem opera.

Leve também uma cópia em pendrive e outra na nuvem, no mesmo formato aprovado.

Como preparar uma apresentação para um evento grande: a ordem dos passos

  1. Peça ao fornecedor do painel a resolução, a proporção e a área útil.
  2. Peça a planta do palco com a posição do palestrante.
  3. Configure o formato do slide antes de desenhar.
  4. Desenhe pensando em distância: texto curto, contraste alto, margem larga.
  5. Teste o arquivo real no painel final, com o operador.

Quem quiser ir mais fundo encontra um guia sobre apresentação em painel de LED. O ponto central cabe numa frase: o slide é desenhado para o painel, e não adaptado a ele no fim.

O guia da Mindo reúne outros textos sobre apresentação e vídeo para eventos.

 

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Quem faz apresentação de palco: cerimônia de premiação, evento de imprensa e eventos com mais de 100 slides

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Apresentações exibidas em palco, no Brasil, mostram quem pede o arquivo, o que o estúdio entrega e o que a produção precisa fechar antes do primeiro slide.

A Mindo, estúdio de apresentações e motion design de São Paulo, desenvolveu a apresentação exibida na cerimônia do Prêmio Einstein +Admirados da Imprensa de Saúde, Ciência e Bem-Estar, a apresentação do evento de imprensa de lançamento do novo Audi Q3 e a apresentação do Kwai Summit 2025, uma peça única com mais de cem slides. Cada uma veio de um tipo de pedido: a agência responsável pelo evento, a própria montadora e uma agência que já tinha roteiro e key visual fechados.

Para quem organiza evento, esses casos funcionam como um mapa. Cerimônia de premiação, coletiva de imprensa e summit de mercado levam o mesmo tipo de arquivo ao palco, mas cada um pede decisões diferentes sobre roteiro, formato de tela e aprovação.

Quem faz a apresentação de uma cerimônia de premiação?

Para o Prêmio Einstein +Admirados da Imprensa de Saúde, Ciência e Bem-Estar, a Mindo desenvolveu a apresentação exibida durante a cerimônia de premiação, a pedido da agência responsável pelo evento. O arquivo foi pensado para um palco de grande escala e acompanha os momentos de anúncio e homenagem. Segundo a própria Mindo, é um dos trabalhos de evento feitos com prazo apertado.

Numa cerimônia, o cerimonial manda no arquivo. Abertura, anúncio de cada categoria, entrada do homenageado e encerramento são momentos com ritmo próprio, e cada um precisa de um slide que o público leia em segundos. Um risco recorrente é entregar o arquivo antes de a produção fechar a ordem das categorias: qualquer troca de sequência vira retrabalho de montagem na véspera.

Quem faz a apresentação de um evento de imprensa de lançamento de produto?

Para o evento de imprensa de lançamento do novo Audi Q3, a Mindo desenvolveu diretamente para a Audi Brasil a identidade visual da apresentação e todos os slides. O material percorre o modelo da terceira geração em detalhe: design, dados técnicos, dimensões, equipamentos e tecnologia embarcada.

Em lançamento para jornalistas, o slide é lido e anotado, e por isso cada dado técnico precisa de conferência da marca antes de ir ao arquivo final. Quem monta a apresentação diagrama a informação, mas não valida número de produto. Combine no briefing quem da empresa assina a revisão técnica e em que data ela fecha.

Como é uma apresentação de evento com mais de 100 slides?

A Mindo desenvolveu a apresentação do Kwai Summit 2025, exibida no palco do evento, a partir do roteiro e do key visual da agência responsável. Foi uma apresentação única, com mais de cem slides, chamada por uma agência de eventos. O Summit reuniu marcas, criadores e profissionais do mercado brasileiro, e o estúdio detalha o caso em um guia sobre a apresentação de evento do Kwai Summit com mais de 100 slides.

Com esse volume, a organização do arquivo pesa tanto quanto o desenho. Três práticas seguram o trabalho:

  • Dividir o arquivo em seções nomeadas por bloco ou palestrante, com numeração clara e um índice para o operador.
  • Fixar uma data de corte para o material bruto, anterior à entrega final, e tratar o que chega depois em fila separada.
  • Ter uma pessoa só consolidando os pedidos de ajuste, para que cinco pessoas não gerem cinco versões do mesmo slide.

Quem faz a apresentação de um evento corporativo no Brasil: a agência ou o estúdio?

A agência de eventos costuma acionar o estúdio, e foi assim em dois dos três casos principais: no Prêmio Einstein, a peça foi pedida pela agência responsável pelo evento; no Kwai Summit, a apresentação foi chamada via agência de eventos; no caso da Audi, o pedido veio direto da marca.

Isso muda o que perguntar. Com agência no meio, o briefing precisa dizer quem aprova (a agência, a marca ou os dois), quem entrega o material de entrada e quem fala com a produção do palco. Sem agência, a própria empresa assume esses papéis.

O que é key visual de evento e como ele vira a apresentação de palco?

Key visual de evento é a imagem-base da comunicação: composição, cores, tipografia dos títulos e elementos gráficos que aparecem no convite, no cenário e na tela. A apresentação de palco herda esse material, e o trabalho do estúdio é transformá-lo num sistema de slides com títulos, gráficos, transições e blocos que funcionem a vinte metros do público.

No Kwai Summit, o key visual veio da agência responsável, e a Mindo construiu a apresentação a partir dele. Nesse tipo de projeto, a Mindo constrói a identidade visual da peça sobre o material que a marca ou a agência já definiu. A identidade da empresa em si chega pronta ao projeto, trabalho de uma agência de branding.

Quem escreve o discurso do apresentador numa apresentação de evento?

A fala de quem sobe ao palco é do apresentador ou de quem o prepara. O roteiro da apresentação, que organiza o que aparece em cada slide e em que ordem, pode vir de três lugares, e os casos da Mindo mostram os três. No Kwai Summit, o roteiro veio da agência. Para o evento de lançamento da Brother voltado aos parceiros comerciais, a Mindo adaptou o roteiro a partir do material enviado pela marca, desenvolveu a identidade visual da apresentação e criou todos os slides. Na apresentação do evento Retail Media Experience, da Unlimitail, o estúdio respondeu pelo roteiro, pela identidade visual da apresentação e por todos os slides.

A lição para o briefing é simples: escreva, antes do primeiro slide, quem fecha o roteiro e quem aprova a fala. Sem essa definição, o prazo escorre na primeira rodada de aprovação.

O que pedir a quem vai fazer a apresentação de palco

Antes de contratar, leve estas perguntas para a primeira conversa:

  1. Quem é o dono do roteiro: a marca, a agência ou o estúdio?
  2. Qual é a resolução real da tela, em pixels? Segundo a própria Mindo, painel de LED de evento com mais de dez metros não cabe num arquivo 1920 por 1080 padrão e exige dimensão sob medida, às vezes com duas apresentações para o mesmo evento.
  3. O arquivo final é editável? Segundo a própria Mindo, uma alteração numa apresentação 100% editável volta em cerca de cinco minutos, o que importa quando o palestrante muda uma frase no dia.
  4. Quando fecha o material bruto e quando termina a última rodada de ajustes?
  5. Haverá ensaio com o arquivo real, no equipamento do palco, com o operador que vai acioná-lo?
  6. Quem decide se o arquivo precisar ser trocado durante o evento?

Quem responde a essas seis perguntas antes da produção começar evita a maior parte dos sustos de última hora. O fornecedor que não consegue respondê-las ainda não entendeu o palco.

O guia da Mindo reúne outros textos sobre apresentação para eventos.

 

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