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Campanha promocional da Positivo Tecnologia beneficia pais de comunidades carentes

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Até 31 de agosto, quem comprar alguma solução das marcas Positivo, Positivo Casa Inteligente, Vaio, 2A.M. e Anker no varejo físico ou online, estará fazendo não apenas um bom negócio como também uma boa ação e tornando melhor o dia de muitos pais. Essa é a causa da campanha “Eu Faço um Brasil mais Positivo”, que vai oferecer cestas básicas, orientação sobre desenvolvimento pessoal, computadores e bolsas de estudo de cursos profissionalizantes on-line para pais com filhos em idade escolar devidamente matriculados em instituições de ensino. “O objetivo da iniciativa é auxiliar no desenvolvimento pessoal e profissional para que pais consigam aproveitar oportunidades e superar as dificuldades econômicas geradas pela pandemia da covid-19”, diz Rhilton Matumoto, gerente de Trade Marketing da Positivo Tecnologia, que já tinha feito campanha parecida e muito bem-sucedida no dia das mães e repete a fórmula para o dia dos pais.


“Ao presentear os pais com soluções das marcas da Positivo Tecnologia, os consumidores vão impulsionar, automaticamente, a vida de pais de família que vivem em situação de vulnerabilidade social e precisam de apoio para superar obstáculos e implementar projetos que lhes garantam renda“, afirma Rhilton.


Qualquer pessoa que comprar uma das soluções da Positivo Tecnologia está automaticamente apoiando o propósito da campanha. Os pais interessados em receber os benefícios devem cadastrar suas respectivas histórias no site http://www.umbrasilmaispositivo.com.br. Cada depoimento será analisado por uma comissão técnica formada por representantes da Positivo Tecnologia, um representante da agência promotora, um coach externo, além de consultores e apoiadores do projeto. Ao final da campanha, as histórias de transformação selecionadas serão divulgadas no site assim como os contemplados.


A campanha “Eu Faço um Brasil mais Positivo” tem o apoio da G10 Favelas, entidade que atende as maiores comunidades do país, e da Emprega Comunidades, que conecta empregadores a candidatos moradores de comunidades que estão fora do mercado de trabalho. As instituições farão a conexão entre a Positivo Tecnologia e os beneficiados.


“A iniciativa está alinhada com o nosso propósito de tornar a vida das pessoas melhor e mais inteligente com a tecnologia. E assim, numa corrente do bem, somamos esforços para atravessar a crise e fazer um Brasil mais positivo“, completa Rhilton Matumoto.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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