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Campanha estrelada por Marina Ruy Barbosa apresenta o cardápio completo de produtos e serviços do Banco Safra

O Banco Safra começou a divulgar a segunda parte da campanha Quem Sabe, Safra. Os anúncios, com a atriz Marina Ruy Barbosa, estão sendo veiculados em todas as mídias e marcam o início das comemorações de 180 anos da instituição, apresentando a ampla gama de produtos e serviços oferecidos aos clientes do Safra.
Uma das especialidades do Safra ressaltada na campanha é a área de investimentos. Além dos reconhecidos fundos geridos pela Safra Asset e da solidez dos produtos de renda fixa emitidos pelo banco, a partir da análise dos seus especialistas, o Safra conta com uma das corretoras mais tradicionais do Brasil.
A Safra Corretora traz uma plataforma de ponta para aqueles que desejam operar por conta própria e uma equipe qualificada voltada para os investidores que preferem o auxílio de um especialista.
Outro diferencial apontado na campanha são as vantagens dos cartões disponíveis no Safra, que trazem facilidades em viagens, compras e experiências no programa Safra Rewards, com uma das melhores pontuações do mercado e prêmios exclusivos.
Além de todas estas vantagens, o Banco Safra passou a oferecer em maio uma novidade para trazer mais conforto às viagens de seus clientes: o Espaço Banco Safra. Trata-se de uma Sala VIP localizada no terminal 3 do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
O Espaço Banco Safra, ambiente administrado pela GRU Airport, foi pensado para oferecer uma série de benefícios que tornam a espera pelo embarque mais agradável. Os clientes têm acesso a um buffet completo, incluindo opções Kosher, estrutura com Wi-Fi, TV a cabo, banheiros e chuveiros privativos.
A campanha, criada pela agência Talent Marcel, traz a mensagem de que o banco não abrir mão de seus valores de longa data, mas que está sempre conectado às necessidades de seu tempo, como mostra o engajamento da instituição com o sistema de Open Banking e o compromisso em adotar as práticas ESG em todas as dimensões de sua atuação.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








