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Campanha de reposicionamento de Itaú Personnalité reúne grandes estrelas nacionais

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Passando por uma reestruturação de marca, o Itaú Personnalité, segmento exclusivo do Itaú Unibanco, começou 2023 apresentando um novo visual, incluindo um novo logotipo, além de uma nova proposta de valor, que vai desde um novo modelo de atendimento até uma conta internacional. Para comunicar as recentes mudanças de posicionamento, a campanha assinada pela GALERIA. ag reuniu grandes estrelas nacionais e internacionais, que teve Lewis Hamilton estreando a primeira fase, e agora apresenta Seu Jorge, Bia Haddad Maia, Débora Nascimento, Marcos Veras e Camila Coutinho na segunda fase da campanha.

“Ao longo do último ano, nós realizamos uma revisão completa na proposta de valor do Itaú Personnalité, possibilitando um parceiro ainda mais completo e que fosse referência para os nossos clientes e para o mercado. Junto com a área de CRM do banco, nós entendemos quais eram as personas que representam os nossos clientes. A partir delas, montamos o nosso squad. A Bia Haddad Maia, por exemplo, reflete a persona esportista, enquanto a Camila a empresária. E cada personalidade vai representar um benefício do banco que mais se destaca no seu dia a dia. Bia mostra o quanto o app do Personnalité permite que ela faça a gestão da sua vida financeira, não importa onde ela esteja. Enquanto o Seu Jorge conta sobre como a conta internacional auxilia a sua carreira artística ao redor do mundo”, explica Eduardo Tracanella, diretor de marketing do Itaú Unibanco.

Sob o slogan “Sempre em Movimento”, a campanha também se desdobra para o universo digital, com conteúdo e parceria com influenciadores, assim como mídia OOH (Out-of-Home).

 

FICHA TÉCNICA

Agência: GALERIA. ag

Cliente: Itaú Personnalité

Produto: Personnalité

Campanha: Sempre em movimento

CCO: Rafael Urenha

Direção Executiva de Criação: Phil Daijó e Rafael Caldeira

Direção de Criação: Arthur Lobão

ACD: Mario Cintra e Rodrigo Bonfim

Criação: Mario Cintra, Rodrigo Bonfim, João Batista, Thiago Botini, Huanayra Alexandre, Arthur Lobão, Tiago Zanatta, Rafael Urenha, Phil Daijó e Rafael Caldeira

Atendimento: Ana Coutinho, Denise Vieira, Gabriela Mongiat, João Santana e Beatriz Nannini

Planejamento: Pedro Cruz, Carolina Melo, Márcio Rodrigues, Marcela Leal, Sophie Soares, Mariana Sena, Thais Mota e Beatriz Lima

Mídia: Paulo Ilha, Sofia Raucci, Henrique Arakaki, Thais Koenig, Nadia Araújo, Lais Barros, Veronica Ramos, Gabriel Codina, Marcella Gama, Rachel Sandrini e Thiago Rodrigues

PR: Patricia Capuchinho, Mariana Novaes e Fernanda Gil

Projetos: Marione Oliveira e Luiz Gustavo Aves

Social e Influência: Fernando Sahb, Marcello Pereira e David Souza

Produção Integrada: Ducha Lopes, Priscilla Sanches, Fabio Truci, Beatriz Brandão e Ana Ananias

Produção Gráfica: Durval Brum e Marcos Moura

Artbuyer: Bruna Costa e Marcos Moura

Produção Digital: Gessica Sales, Stephanie Modesto e Marcos Moura

Tratamento de imagens: Cesar Bonfim

Aprovação do Cliente: Eduardo Tracanella, ThaizaAkemi, André Azevedo, Aline Bozzi, MafeCandeloro, Heloísa Dall’Oca e Bob Friandes

 

Produtora: O2 Filmes
Diretor: Alex Gabassi
Executive Producer: Flávia Zanini e Ed Tamachiro
Assistentes de produção executiva: Fernanda Figueiredo, Tiemi Fujise e Raffaela Piantino
Atendimento: Rejane Bicca, Malaika Cipriano e Carolina Moyses
AD: Kaka Gonçalves e Toni Diniz
Diretor de Fotografia: André Faccioli

Diretor de Arte: Marcelo Escanuela
Figurinista: Juliana Prysthon, Marcelo Sommer, Larissa Lucchese e Fernando Batista
Diretor de Produção: Fabinho Monteiro
Produção de Elenco: Bruno Ricci
Montador: Rami D’aguiar, Beto Araujo, Ivan Goldman e Victor Cohen

 

Produtora de Som: Satelite Audio

Direção Musical: Roberto Coelho

Atendimento: Daniel Chasin, Fernanda Costa

Produção Musical: Charly Coombes, Hurso Ambrifi, Thiago Colli, Pedro Kremer da Motta e Adilson Koiti

Finalização: Carla Corne, Vithor Moraes, Ian Sierra, Iran Ribas, Arthur Dossa

Assistente de Finalização: Esteban Romero

Coordenação de Produção: Beatriz Vieira e Letícia Oliveira

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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