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Campanha de Páscoa do Pão de Açúcar celebra as pequenas felicidades que se tornam gigantes

Marca convida cada um a descobrir novos jeitos de estar junto e valoriza as relações virtuais como forma de manter a união nesta Páscoa
Não há distância que nos impeça de estarmos próximos de quem amamos. E para que as famílias possam viver e celebrar a Páscoa deste ano, mesmo em meio a um cenário com tantas mudanças, o Pão de Açúcar convida cada um a descobrir novos jeitos de estar juntos em sua nova campanha para a data, como reuniões por chamadas de vídeo, por exemplo. São as pequenas felicidades que se tornam gigantes nessas horas.
Com criação da agência BETC/Havas, a ação de Páscoa tem foco no ambiente digital e traz peças que estimulam as interações virtuais, valorizando a força da conexão entre os amigos e familiares, além de atividades divertidas para dentro de casa. “Receita de família não pode faltar. Aproveita para aprender”, “Junte todo mundo na chamada de vídeo. Cabe mais gente que na mesa”, “Capriche no esconderijo do coelhinho para distrair as crianças em casa”, são alguns dos títulos dos materiais que apresentam situações corriqueiras e cotidianas de quem está se preparando para uma grande festa.
As peças trazem ícones que remetem diretamente ao universo virtual, como botões de videochamadas e telas em mosaico de pessoas que permanecem juntas, mesmo que distantes presencialmente. A campanha acaba de estrear nas redes sociais Instagram, YouTube e Facebook. Dessa forma, o Pão de Açúcar convida os seus consumidores a celebrarem a Páscoa das mais variadas formas, mas com a alegria, o amor e a união de sempre.
“O Pão de Açúcar é uma marca que sempre valorizou e buscou auxiliar na felicidade dos seus clientes. Sabemos que todos nós estamos passando por um tempo de incertezas, mas, acreditamos que juntos podemos sempre mais, e viver e celebrar a Páscoa é uma maneira de seguirmos unidos com quem amamos e compartilharmos alegria e esperança entre todos. Esse mesmo espírito também está presente em todos os nossos canais, sejam as nossas lojas físicas, onde implementamos diversas medidas para assegurarmos um ambiente seguro para todos, ou por meio de nosso e-commerce, modalidade pelo qual os nossos consumidores podem se planejar e antecipar as suas compras de supermercado”, analisa Othon Vela, Diretor de Marketing do Pão de Açúcar.
Desde o início da pandemia de Covid-19, o Pão de Açúcar tem tomado diversas medidas para garantir a tranquilidade de clientes e colaboradores. A marca foi a primeira do grande varejo a adotar um horário de atendimento exclusivo para clientes acima dos 60 anos, oferecendo uma alternativa para um caso de extrema necessidade, visto que a recomendação dos órgãos de saúde é que pessoas em grupos de risco evitem a exposição desnecessária. Na mesma linha, a rede tem continuamente lançado mão de ações como o controle de entrada dos clientes para evitar aglomerações, o reforço dos cuidados com a limpeza, a implantação de painéis de acrílico temporários para separar os operadores de caixa dos consumidores e a disponibilização de álcool em gel para todos. Os textos da campanha de Páscoa também relembrarão os consumidores a possibilidade de se planejarem e anteciparem os seus pedidos de Páscoa por meio do e-commerce da rede (www.paodeacucar.com), ou por meio do aplicativo James Delivery, que realiza as entregas no mesmo dia.
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








