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Campanha Castrol Magnatec Trânsito Sem Stress foca na proteção do motor no momento de trânsito intenso

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 Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), realizada em 2021, afirma que 43% dos motoristas brasileiros declaram enfrentar congestionamento todos os dias. Atenta a essa realidade, a Castrol, marca de lubrificantes mais reconhecida pelos consumidores e mecânicos no Brasil, lança nesta semana sua nova campanha intitulada Castrol Magnatec Trânsito Sem Stress, com foco na saúde mental do motorista durante o trânsito, a fim de evitar a preocupação com o desgaste do motor do veículo. A ação trabalhará a linha Castrol Magnatec Start-Stop e o novo Castrol Magnatec SUV.

“Sabemos que o trânsito nas grandes cidades pode causar um alto nível de estresse nos motoristas, e a preocupação com o desempenho do motor e manutenção do veículo podem também contribuir para isso, queremos que os motoristas fiquem tranquilos com o desempenho dos motores, que estarão protegidos”, afirma Juliana Maranhão, gerente de marcas da Castrol. 

Todos os anos, o motorista anda e para cerca de 18.000 vezes no trânsito, seja em marcha lenta ou esperando nos cruzamentos, o que causa um desgaste microscópico no motor e acaba por reduzir a sua vida útil. Segundo estudo publicado em junho 2022 pela consultoria Kline, o tempo médio gasto por paulistanos no tráfego da metrópole, por exemplo, é de 2 a 3 horas por dia devido ao trânsito intenso e à pouca eficiência no setor de transporte público. 

A estratégia de comunicação da campanha é assinada pela agência Mais Clicks e traz a imagem de motoristas tranquilos no trânsito ao saberem que os motores de seus veículos estão protegidos. A campanha é nacional nas mídias on-line e off-line nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte com inserções em emissoras de rádio, outdoors, relógios de rua, busdoor, jornais, vidro traseiro de carros de aplicativo e ativação com promotoras em parques da cidade.

Ficha técnica da campanha
Título: Castrol – Trânsito Sem Estresse
Agência: Mais Clicks
Cliente: Castrol
Produto: Castrol Magnatec
CEO: Michelle Berti
Diretor Executivo de Criação: Ana Carolina Saccardo e Claudio Freitas
Direção de Criação: Claudio Freitas
Direção de Arte: Claudio Freitas, Victor Lima e Bruno Rodrigues
Redação: Ana Carolina Saccardo e Gabriel Tito
Negócios: Michelle Berti
Estratégia: Felipe Narusevicius, Ana Carolina Saccardo, Claudio Freitas, Julia Sordi, Victor Lima, Gabriel Tito, Bruno Santiago, Camila Vidal, Nathália Bastos, Sofia Golia, Tiago Garcia, Juliana Bifano e Lourdes Araújo
Mídia: Julia Sordi, Bruno Santiago, Sofia Golia, Tiago Garcia e Lourdes Araújo
BI: Leandro Girello, Larissa Piccoli, Eder Ramos
Conteúdo: Ana Carolina Saccardo e Gabriel Tito

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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