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Calvin Klein inaugura projeto em colaboração com o Spotify

A Calvin Klein sempre teve a música em seu DNA. E agora, mais do que nunca, a marca traz o legado diretamente às peças em uma colaboração inédita com o Spotify. Neste mês, a unidade da rua Oscar Freire, no Jardins, proporcionará uma experiência sensorial a quem passar pela flagship store, com três ambientes novos como parte de uma ativação que dialoga com o campo dos sentidos e a percepção sonora de cada um.
Especialmente num momento de retorno aos encontros presenciais e lojas físicas como pontos de contato essenciais, a criação de novas experiências para o público se torna um ponto chave para manter a relevância e o aspecto distintivo e único da jornada de consumo.
“Nesta ativação exploramos o potencial imersivo de experiências em lojas físicas através do despertar de sentidos, destacando a audição. A música é um forte elemento para a alavancagem de engajamento, interação e conexão de uma marca como a Calvin Klein com o consumidor e comunidades”, explica Camila Salek, sócia-fundadora da Vimer Retail Experience, empresa de inteligência de varejo, parceira do desenvolvimento deste projeto, que faz parte de um calendário de ativações laboratoriais, que serão testadas pela marca nos próximos meses.
“Nos orgulhamos em protagonizar um movimento que abraça a reconexão entre as pessoas depois de tanto tempo em isolamento social”, conta Ana Brandão, Vice-Presidente da Calvin Klein.
“Neste novo momento, as experiências físicas ganham destaque importante e revelam o quão essencial é a conexão humana. Não é apenas um projeto de intersecção entre moda e música, mas sim uma experiência única e inovadora de compra que tem a moda e a música como catalisadoras”, finaliza.
Em cada ambiente há uma atmosfera musical diferente: em um deles, o dia fica mais alegre com músicas para animar; no outro, um estado de espírito elevado é alcançado com faixas para relaxar; e no terceiro, somos transportados com músicas selecionadas para nos lembrar de nossos melhores momentos, tudo isso acessado através do QR Code que pode ser escaneado com o celular.
Além de estar presente nas vitrines, esses QR Codes também estão estampados nos próprios itens da nova coleção que fazem parte da colab, conectando o estilo da peça à vibe e playlist correspondentes. Assim, moda e música se unem despertando os sentidos, se tornando um diferencial estratégico de diálogo e aproximação com o público consumidor da marca
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








