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Calvin Klein inaugura projeto em colaboração com o Spotify

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A Calvin Klein sempre teve a música em seu DNA. E agora, mais do que nunca, a marca traz o legado diretamente às peças em uma colaboração inédita com o Spotify. Neste mês, a unidade da rua Oscar Freire, no Jardins, proporcionará uma experiência sensorial a quem passar pela flagship store, com três ambientes novos como parte de uma ativação que dialoga com o campo dos sentidos e a percepção sonora de cada um.

Especialmente num momento de retorno aos encontros presenciais e lojas físicas como pontos de contato essenciais, a criação de novas experiências para o público se torna um ponto chave para manter a relevância e o aspecto distintivo e único da jornada de consumo.

“Nesta ativação exploramos o potencial imersivo de experiências em lojas físicas através do despertar de sentidos, destacando a audição. A música é um forte elemento para a alavancagem de engajamento, interação e conexão de uma marca como a Calvin Klein com o consumidor e comunidades”, explica Camila Salek, sócia-fundadora da Vimer Retail Experience, empresa de inteligência de varejo, parceira do desenvolvimento deste projeto, que faz parte de um calendário de ativações laboratoriais, que serão testadas pela marca nos próximos meses.

“Nos orgulhamos em protagonizar um movimento que abraça a reconexão entre as pessoas depois de tanto tempo em isolamento social”, conta Ana Brandão, Vice-Presidente da Calvin Klein.

“Neste novo momento, as experiências físicas ganham destaque importante e revelam o quão essencial é a conexão humana. Não é apenas um projeto de intersecção entre moda e música, mas sim uma experiência única e inovadora de compra que tem a moda e a música como catalisadoras”, finaliza.

Em cada ambiente há uma atmosfera musical diferente: em um deles, o dia fica mais alegre com músicas para animar; no outro, um estado de espírito elevado é alcançado com faixas para relaxar; e no terceiro, somos transportados com músicas selecionadas para nos lembrar de nossos melhores momentos, tudo isso acessado através do QR Code que pode ser escaneado com o celular.

Além de estar presente nas vitrines, esses QR Codes também estão estampados nos próprios itens da nova coleção que fazem parte da colab, conectando o estilo da peça à vibe e playlist correspondentes. Assim, moda e música se unem despertando os sentidos, se tornando um diferencial estratégico de diálogo e aproximação com o público consumidor da marca

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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