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Caio Castro é o garoto propaganda da Tele Sena de Páscoa

Edição traz quase R$ 6 milhões em prêmios e 34 sorteios diários de dois carros zero
Com quase R$ 6 milhões em premiações, a Liderança Capitalização (empresa pertencente ao Grupo Silvio Santos) apresenta a nova Tele Sena de Páscoa. A edição estará à venda de 1º de março a 5 de abril e tem entre os destaques 34 sorteios de dois carros, além de milhares de prêmios instantâneos de até R$ 10 mil no “Ganhe Já”.
O “Prêmio 2 Carros Todo Dia” fará dois ganhadores por dia no período de 02/03 a 04/04. Serão contemplados com um carro zero no valor de R$ 40 mil* aqueles que tiverem o “Número da Sorte” (composto por uma sequência de sete dígitos) sorteado impresso no título. No “Ganhe Já” serão mais de 6.400 prêmios em dinheiro nos valores de R$ 10 mil*, R$ 1 mil*, R$ 500,00*, R$ 400,00*, R$ 300,00*, R$ 200,00* e R$ 100,00*.
No tradicional quadro de “Mais e Menos Pontos”, a edição conta com o prêmio de até R$ 700 mil* para quem acertar “Mais Pontos” e de até R$ 500 mil* para quem fizer “Menos Pontos” no sorteio final. Na “Tele Sena Completa”, que terá sorteio único em 05/04/2020, são R$ 600 mil* para quem completar os 20 pontos. Se houver mais de um ganhador, os prêmios serão divididos em partes iguais. *Prêmio Líquido.
A campanha é assinada pelo Departamento de Propaganda e Marketing da Liderança Capitalização (com aprovação de Tadeu Lima – Diretor Comercial/Marketing) e traz comerciais protagonizados por Caio Castro, com trabalhos da 511 Filmes e direção de Fernando Bianchi. Em cenas produzidas em computação gráfica, o ator anuncia todas as premiações e interage também com o Porquinho da Tele Sena para falar sobre a importância do resgate. Em homenagem a Páscoa, o mascote do título estará fantasiado de “Porcoelho”.
Caio Castro, que já estrelou outras campanhas, comenta a nova participação: “Minha relação com a marca já existe há bastante tempo. Desde quando eu era garotinho, meu avô comprava Tele Sena para família inteira. Os profissionais da Tele Sena se tornaram meus amigos e aqui me sinto em casa”.
A edição poderá ser adquirida pelo site oficial (www.telesena.com.br), nas Casas Lotéricas e Agências dos Correios de todo o Brasil por R$ 10,00. O resgate poderá ser realizado a partir de 01/03/2021.
Com a Tele Sena de Páscoa é possível participar ainda da “Promoção Cada Cadastro Conta”, que ocorre no período de 27/01/2020 a 25/01/2021. A cada Tele Sena cadastrada no site, os clientes recebem 02 (dois) “Números da Sorte”, com os quais concorrem, respectivamente, a um smartphone e uma smart TV DE 55’ + um Playstation 4. Cadastrando 02 (duas) Tele Senas da mesma campanha, será disponibilizado ainda 01 (um) outro “Número da Sorte”, com o qual o participante também concorrerá a uma Moto**. Para concorrer a esse prêmio, os 2 (dois) títulos deverão ser cadastrados dentro do período de comercialização da campanha da referida Tele Sena cadastrada, conforme cronograma disponível no regulamento. Para quem cadastrar 10 (dez) Tele Senas de qualquer campanha participante da promoção, dentro do período de vigência, será disponibilizado um outro “Número da Sorte”, com o qual o participante concorrerá a um automóvel**. O regulamento completo pode acessado em: promocoes.telesena.com.br/cada-cadastro-conta.html
** Conforme regulamento.
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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.
Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.
Dicas para empresas:
• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.
• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.
• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.
• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.
• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.
• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.
• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.
O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.
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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.
“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”
Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.
“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”
A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”
Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.
A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.
Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.









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