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C&A e Globo promovem ação inédita de Realidade Aumentada no BBB 21

A parceria entre C&A Brasil e Globo inova, mais uma vez, e promove inserção inédita no Big Brother Brasil 21 com o uso de Realidade Aumentada. Na sexta-feira (05), no warm up para a festa da casa mais vigiada do Brasil, a quarta ação de conteúdo da marca no reality se destaca por ser repleta de tecnologia, desmembrada em dois momentos. Como primeira parte, a iniciativa traz ao programa o primeiro desfile de hologramas da história do BBB, em que o público poderá conferir uma série de looks com as peças mais desejadas da nova coleção outono-inverno da varejista. E é no decorrer do desfile holográfico que o público pode participar da experiência diferenciada e interativa, através da solução de Realidade Aumentada desenvolvida pela Globo. A ação call to action e 100% focada nos canais digitais da marca, enfatiza a proposta de C&A de oferecer uma moda cada vez mais integrada e omnicanal, além de reforçar seu DNA inovador e pioneiro.
Para aproveitar a interação em Realidade Aumentada, basta escanear o QR Code disponibilizado ao longo das ações para ter acesso ao conteúdo inédito, além de uma surpresa: um desconto especial e limitado para quem acessar a ferramenta durante o programa. Um cupom de R$100, para compras acima de R$200, escondido no cenário e disponibilizado somente para os que observarem atentamente a tela do celular.
Também como parte da ação, dois dia antes da inserção, os brothers e sisters selecionaram duas opções de looks para a festa. E, por meio de uma votação no GShow, o público escolheu qual deles cada participante vai vestir, integrando os canais on e off, gerando ainda mais interação entre os internautas. Ainda, um cupom de desconto de 20% foi disponibilizado até o dia da festa e todos os looks da ativação podem ser encontrados no site e app da marca.
A nova ação de conteúdo da C&A, o look oficial do BBB, também reforça, sobretudo, o seu posicionamento omnicanal “C&A. Muito On. Muito Eu”. Por meio desta estratégia, a C&A une moda e tecnologia para a cliente ter a melhor experiência de compra e estabelece o compromisso de estar onde, quando e como a consumidora quiser 24 horas por dia por meio de diferentes canais de venda ponto de contato, como o site, aplicativo e WhatsApp, além das suas diversas soluções e serviços digitais e omnicanais, como, por exemplo, o Clique & Retire, Clique & Retire Drive Thru, Minha C&A e dentre outros.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







