Agências
Bullet se junta à MMA Global em busca de uma associação alinhada com a revolução proposta pela agência

Desde 2020, no início da pandemia e após a experiência de Fernando Figueiredo, CEO da Bullet, com o formato de agências no exterior, a Bullet vem promovendo uma revolução no modelo de agência. Em apenas seis meses, a agência criou um marketplace e lançou três produtos para colocar à disposição das marcas soluções práticas, inovadoras e que geram conversão em vendas, unindo produtos à tecnologia, são elas: Pode Promo, uma plataforma click to use, na qual o anunciante cria suas promoções em minutos com todo o know-how da agência; Pode Prêmio, uma ferramenta que utiliza o ecossistema WhatsApp Business para criar missões promocionais ao consumidor e motivação para a equipe de vendas; e a PODE Live Shop, uma sociedade entre Bullet, o apresentador Otaviano Costa e a startup de tecnologia RocketBank, que une conteúdo a vendas. Com qualidade de TV e audiência de mais de 7 milhões de usuários, o PODE Live Shop cria conteúdo no estúdio, ou no próprio varejo, com a vantagem de vender por meio de e-commerce proprietário ou até mesmo por uma integração com o e-commerce do cliente.
Com essa nova perspectiva, a agência abre frentes de negócios, além dos que já trabalhava anteriormente, e restabelece a relação de valor com o mercado e os clientes. “Nosso negócio estava virando uma grande commodity. Pedir para meu cliente me valorizar é dar murro em ponta de faca. Os valores precisavam ser reescritos”, destaca Fernando Figueiredo.
A agência vinha entendendo que não adiantava exigir uma relação sustentável por parte dos anunciantes se o mercado não se dava (ou criava) valor. O entendimento da agência é que, se conseguimos criar valor agregado nas entregas, o reconhecimento será automático.
Por isso encontrou na MMA Global (a única associação comercial de marketing que reúne todo o ecossistema de profissionais de marketing, martech e empresas de mídia trabalhando de forma colaborativa para arquitetar o futuro do marketing) uma oportunidade de permitir avanços futuros enquanto otimiza as atividades atuais.
“Mais do que tabelar valor e estabelecer regras engessadas em relacionamento, achamos na MMA um ecossistema colaborativo para nos ajudar a criar valor na agência, nos produtos e nas entregas. Um modelo mais agregador e construtor do que sindicalizado”, afirma Fernando.
“Nossa comunidade, que reúne as principais lideranças globais de marketing, deixa claro que movimentos como o da Bullet, de integrar os projetos que desenvolve para o mercado com foco em tecnologia e resolução de demandas, está alinhado com o que há de mais relevante nos rumos que o marketing e a comunicação tomaram nos últimos anos. Ter um parceiro conectado com um ecossistema baseado em entrega, eficiência e tecnologia, para nós, é um motivo de muita alegria”, destaca Fabiano Destri Lobo, Managing Director da MMA na America Latina.
Agências
Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.
Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.
“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.
No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”
“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.
Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.
Agências
LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.
O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.
“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.
A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.
Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.








