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Budweiser lança garrafas de alumínio colecionáveis das principais seleções da Copa do Mundo

A Copa do Mundo no Catar está aí. E se tem uma coisa comum sobre os brasileiros e as brasileiras é o amor pelo futebol. Na hora de torcer com os amigos, o evento vira uma verdadeira festa, e, como em toda boa celebração, Budweiser, cerveja oficial do Mundial, preparou inovações para a torcida celebrar as grandes conquistas.
“Somos movidos pela criatividade e inovação. Nosso foco é atender as demandas das pessoas e gerar conexão com cada consumidor de forma única, estabelecendo uma relação muito forte com nossos fãs. E a Copa do Mundo é o palco perfeito para colocarmos todas as nossas inovações em campo”, afirma Gustavo Castro, diretor de inovações da Ambev.
E no meio dessa escalação, a marca traz de volta a Bud Seleções, garrafas de alumínio de 330ml, queridinhas do público, em edição especial e limitada. Pela primeira vez produzida no país, o produto colecionável chega cheio de estilo e “vestido” com as bandeiras das seleções campeãs do mundo: Brasil, Argentina, Alemanha, França, Inglaterra e Espanha. Se toda Copa do Mundo traz objetos únicos e sempre desejados pelos fãs, as garrafas especiais são a pedida perfeita.
A iniciativa, que faz parte das ações de Budweiser para a Copa do Mundo, também trará outras novidades para a torcida. Entre elas, o Big Bud, barril de 5 litros da Budweiser, fácil de usar e perfeito para dividir com os amigos, levando a experiência do bar para qualquer lugar. O produto chega, a partir de 25 com arte padrão da Copa do Mundo para que os torcedores celebrem as grandes vitórias. Além disso, os apaixonados pela cerveja poderão ter também o AluCups, copos de alumínio de Budweiser.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







