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Bruno Gagliasso protagoniza nova campanha multiplataforma da Samsung

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A Samsung lançou a sua nova campanha multiplataforma, que apresenta a realidade por trás do conceito de “nômade digital”, mostrando que é possível trabalhar, estudar e se manter conectado em qualquer lugar por meio do Ecossistema Galaxy. Intitulada “Lugar do Amanhã”, o filme é estrelado pelo ator e empresário Bruno Gagliasso, e faz um paralelo com o notebook Galaxy Book Pro 360. Essa é a primeira campanha da Samsung que faz uma imersão digital na história do filme por meio de conteúdos derivados (spin-offs) espalhados pelas redes sociais, em diferentes formatos.

“É uma campanha desenvolvida com um storytelling inovador para mostrar aos usuários as diversas possibilidades de ‘Lugar do Amanhã’, que pode ser onde quiserem. Queremos criar engajamento e curiosidade, além de permitir que as pessoas entendam o conteúdo a partir de diversos pontos de vista”, explica Sabrina Compatangelo, gerente de marketing da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil. “As pessoas perceberam que não é mais necessário estar sempre em um mesmo espaço físico para realizar as tarefas do dia a dia, e é justamente essa a ideia da campanha: mostrar que é possível se conectar com o mundo sem deixar de se conectar consigo mesmo por meio dos produtos que compõem o Ecossistema Galaxy”, completa.

Idealizado pela Cheil Brasil e produzido para os canais proprietários da Samsung, o vídeo de 2’22’’ mostra o ator Bruno Gagliasso em um ambiente mais afastado e com muita vegetação, mostrando que é possível cuidar de seus compromissos pessoais e profissionais e se manter conectado com outras pessoas de um jeito prático, por meio dos dispositivos da marca. Outro destaque do filme é a trilha sonora, composta especialmente para a campanha e baseada nas referências musicais de Gagliasso e do local onde foi gravado, de forma a proporcionar uma imersão na história junto ao ator.

O Galaxy Book Pro 360, notebook utilizado na campanha, tem apenas 1,15cm¹ de espessura e peso de cerca de 1kg², oferecendo maior mobilidade para quem precisa se deslocar com frequência, pois é facilmente transportado e armazenado. O dispositivo oferece ainda uma tela de 13.3 polegadas e processadores de alto desempenho, características importantes para quem busca conectividade ilimitada e experiência de uso fluída em qualquer lugar do mundo. O aparelho também pode ser utilizado como tablet por meio de uma dobradiça que permite que a tela gire em 360º, o que também está conectado com o conceito de versatilidade trazido na campanha.

No filme, o ator usa ainda um smartphone Galaxy Z Fold3 5G3, um smartwatch Galaxy Watch4 e fones de ouvido Galaxy Buds2, destacando a experiência de uso diferenciada que só o Ecossistema Galaxy oferece. A conectividade entre os dispositivos proporciona maior produtividade, criatividade e entretenimento ao usuário. Essa sincronização entre os dispositivos permite, por exemplo, o recebimento de notificações por meio dos smartwatches e a visualização da galeria de fotos do smartphone no notebook.

FICHA TÉCNICA

Cliente: Samsung

Produto: NPC – Galaxy Book Pro 360

Agência: Cheil Brasil Comunicações

Título: Lugar do amanhã | Galaxy Book Pro 360

Duração: 2’30”

Diretor de Criação Executivo: Felipe Andrade

Diretor de Criação: Deny Zatariano

Redator: Filipe Sanches

Direção de arte: Andre Lopes

Diretor Geral: Tatiana Pacheco

Atendimento: Denise Azevedo, Jorge Maio, Thamires Barros, Aline Feliciano

Planejamento: Paula Queiroz, Thays Klemp

Community manager: Meissa Thomaz

Mídia: Eduardo Ferreira, Lucas Galvão, Amanda Kleinubing, Wanessa Dantas, Caique Bruno

Projetos e Tráfego: Lorane Máximo, Luciano Carvalho

Business Intelligence: Marcos Gonçalves, Leandro Pinheiro

RTV: Regina Shnaider, Cristiane Marinari

Edição: Marcelo Mayer

Motion: Renan Presti Escribano

Aprovadores: Lucia Bittar, Sabrina Compatangelo, Jan Guimarães, Jean Mendes

 

Agência de influenciadores: Spark

Atendimento Spark: Tatiana Katibian, Camila Bellini, Carolina Adas, Jefferson Nascimento

Ator: Bruno Gagliasso

 

Produtora: Ritmo Visual

Direção de cena: Tango

Produção executiva: Pedro H. M. Marques

Produção executiva de pós-produção: Patrick Caracas

Atendimento: Carla Webber

Coordenação de produção: Mayra Donatelli

Assistentes de direção: Gabriela Duarte

Direção de fotografia:  Felipe Hermini

Segunda unidade de câmera: Pedro H. M. Marques

Direção de arte: Laura Miguel

Produtor de objetos: Jamaikah Santarém

Produtora de figurino: Deborah Ewbank

Produtor de locação: Luz Câmera locação

Coordenação de pós-produção: Patrick Caracas

Montagem: Akira e Julius Bueno

Finalizador: Julius Bueno

Correção de cor: Luca Leocadio

Rotoscopia e Composição: Erick Espinoza, Bruno Piva, Nelson Prado Jr.

Fotografo: Flavio Demarchi

 

Produção Musical: Comando S Audio

Compositor: Felipe Andrade, Serginho Rezende, Ordep Lemos

Mixagem e Finalização: Fabiano Peixoto

Atendimento: Elis Pedroso e Andrea Barreto

Coordenação: Paulo Galvão

Cantor: Wagner Andrade

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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

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A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.

Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.

Dicas para empresas: 

• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.

• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.

• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.

• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.

• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.

• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.

• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.

O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.

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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

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A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.

“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”

Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.

“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”

A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”

Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.

A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.

Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.

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