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Bruno Gagliasso é o mais novo sócio da Vodka VOA

Também conhecido por empreender, Bruno Gagliasso é o mais novo sócio e Head de Criação e Inovação/Social da Vodka VOA. Com a novidade, o ator se une a Mário Bulhões – empresário que comandou marcas como Pachá e Café de La Musique, no Rio de Janeiro. “Eu acredito em produtos que tenham alma e fico feliz em doar um pouco da minha essência a um produto brasileiro e feito com o nosso talento”, resume Gagliasso.
Gagliasso entra para o hall dos artistas que assinam destilados premium, assim como George Clooney, garoto propaganda e sócio da Casamigos, fundada em 2013 pelo ator e seus sócios Rande Gerber e Mike Meldman – a marca foi arrematada pelo conglomerado de bebidas Diageo por US$ 1 bilhão em 2017. Em 2019, The Rock, seguiu o mesmo caminho de Clooney, lançou sua própria tequila e a Teremana entrou no mercado. Já Ryan Reynolds é acionista do gim Aviation desde 2018, mesmo depois da operação de aquisição realizada também pela Diageo, no ano passado. A ligação de artistas com o mercado de bebidas é tanta, que Bruno Mars também faz parte do seleto grupo. Em 2014, o cantor acumulou a função de coproprietário da SelvaRey, marca de rum do Panamá.
Lançada em 2019 por Bulhões, a VOA é uma vodka artesanal superpremium brasileira, produzidano sertão nordestino, no interior do Rio Grande do Norte. Feita a partir de álcool de cereais, especificamente de milho de colheita madura, a VOA passa por seis etapas de destilação, o que por si só já lhe confere altíssimo grau de pureza. No entanto, é o processo final de ultra purificação – exclusivo e inédito no mundo, concebido pelos engenheiros químicos da empresa – que faz dela uma vodka diferente das demais, tendo personalidade e sabor únicos.“Nosso propósito sempre foi criar uma vodka brasileira que ficasse entre uma das melhores do mundo. Participamos de alguns concursos há pouco tempo na Europa e fomos premiados, então significa que de alguma forma conseguimos atingir o nosso propósito inicial” – comemora o empresário que adianta que a VOA participará dos principais concursos internacionais do segmento, pois está pronta para superar os preconceitos que pairam sobre os destilados nacionais.
Mário e Bruno são amigos há 15 anos e, logo que a bebida foi lançada, Bulhões presenteou o amigo com algumas garrafas para que ele pudesse experimentar. “Bruno ficou fascinado pelo produto, pela sua história, por sua qualidade e apresentação, e demonstrou interesse em ser sócio. Acabei fazendo o convite por acreditar que Bruno e VOA comungam não somente nos ideais, mas estão prontos para quebrar barreiras e deixar o óbvio para trás”, encerra Bulhões.
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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








