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Britânia traz Linha de Ferramentas Hobby com campanha para TV e Bruno Gagliasso nas redes sociais

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A Britânia, que está sempre a frente no lançamento de produtos inovadores e que facilitam as tarefas do dia-a-dia, apresenta esta semana sua Linha de Ferramentas Hobby, que traz Parafusadeira, Furadeira, Serra Mármore, Serra Tico-Tico e Esmerilhadeira. Todos os equipamentos foram desenvolvidos para garantir maior desempenho e eficiência em reformas, construções e personalização de móveis. Para anunciar a linha, a marca traz campanha televisiva e também uma ação nas redes sociais com Bruno Gagliasso e mais de 30 influenciadores. A ideia é que os consumidores possam conferir em detalhes, e de forma leve, a usabilidade dos produtos.


“Para esta nova linha de ferramentas, investimos em alta tecnologia e design para que todos os trabalhos pudessem ser realizados de maneira prática e eficiente. Nossa ideia é trazer esta experiência para a vida real e mostrar para o público que realmente é muito fácil de usar qualquer um dos equipamentos. Por isso, optamos por trazer estes dois momentos na campanha: o filme, que mostra os assets de todos os produtos, e a ação com influenciadores, já que todos estão em desenvolvimento de projetos pessoais e podem mostrar a maneira verdadeira deles usarem as ferramentas, além da simplicidade com que tudo pode ser feito”, conta Cristiane Clausen, diretora executiva do Grupo Britânia.


Desenvolvido pela produtora Upside Down Content, o filme traz destaque para os produtos e suas potencialidades. “Priorizamos mostrar a versatilidade da Linha Hobby e como as ferramentas podem ser usadas por pessoas comuns para reparos simples em casa, mas também por profissionais que utilizam para o trabalho diário e necessitam de produtos com maior durabilidade.”, declara Andre Strauss, roteirista e diretor da Upside Down Content.


O filme começa a ser exibido nesta semana em rede aberta e canais de TV a cabo.

Influenciadores
Para apresentar de forma ainda mais realista a Linha de Ferramentas Hobby, a Britânia lança também uma exclusiva campanha para as redes sociais que tem como grande estrela o ator Bruno Gagliasso, além de diversos influenciadores. Em projetos pessoais, todos irão apresentar suas ideias, construções e reformas tanto em suas redes pessoais como nas da Britânia.


O maior destaque da campanha é o ator Bruno Gagliasso que está na fase final da construção de uma Casa da Árvore para os filhos, no quintal de sua residência no Rio de Janeiro. Durante esta semana, Bruno apresenta detalhes do projeto, que é de sua autoria, e como está a fase de finalização. “Sabemos o quanto o Bruno é um pai dedicado e todo o amor que ele está depositando na construção desta Casa na Árvore. É uma grande alegria pra nós contribuir também neste projeto”, conta Cristiane.


Para idealização da Casa da Árvore, que é toda em madeira e foi iniciada em julho, foram utilizadas a Parafusadeira 2 em 1 BPE03MF, que é furadeira e parafusadeira; a Serra Tico-Tico BTT01 450W – 3000 GPM, que possibilita cortes em formatos diversos tanto em tábuas de madeira, como em estruturas de aço e alumínio; e a Esmerilhadeira BEM01 810W, que corta, desbasta e faz diversos tipos de acabamentos.


Além de Gagliasso, um time com mais de 30 influenciadores irá apresentar as potencialidades dos produtos em reformas, personalização de móveis e usabilidades no cotidiano. Entre eles estão Maddu Magalhães (@maddumagalhaes) e Beto Nóbrega (@acasadobeto).

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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

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No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).

Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.

A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.

Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.

Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.

Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.

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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

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Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.

O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.

Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.

Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.

Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.

Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.

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