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Britânia lança campanha para o Dia das Mães

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A Britânia, marca de eletrodomésticos presente no mercado brasileiro há mais de 60 anos, lança sua nova campanha de Dia das Mães, criada pela Bri Comunicação. A campanha foi pensada e desenvolvida para conectar a marca aos mais variados perfis de mães brasileiras durante uma das datas mais importantes do varejo. Segundo levantamento da fintech Trigg, a data concentra o maior pico de consumo para o brasileiro no 1º semestre de 2023. No ano passado, as vendas para o Dia das Mães cresceram 18,1% em comparação a 2021, de acordo com o Índice Cielo de Varejo Ampliado.

De maneira leve, descontraída e colorida, a campanha tem como peça principal um filme de 30” que retrata diferentes idades e estilos de mães. Como estratégia, vai contar com materiais no ponto de venda, mídia online, divulgação nas redes socais e no e-commerce da marca, e um time de influenciadoras com grandes perfis de influenciadoras mães. Além disso, apostam também em uma ação de trade marketing incentivando vendedores e promotores com diversos prêmios.

“Temos uma marca relevante, com muita confiança nos lares brasileiros. É um desafio escolher qual mensagem transmitir numa data tão importante para o varejo quanto o Dia das Mães. Nós acreditamos que todas as mães merecem potência, cuidado e muita diversão. Por isso, neste ano queremos mostrar que através de um produto Britânia, é possível garantir um sorriso e momentos especiais para todos os tipos de mães, de diferentes idades e perfis, e escolhemos fazer isso de uma maneira leve e divertida, que fique no coração das pessoas. Está sendo uma excelente oportunidade para apresentar toda a capacidade da nossa agência in house”, revela Emanuelle Ramalhete Henche, gerente de marketing da empresa.

Ficha Técnica

1º Assistente de Câmera: Victor Oliveira Freitas

1º Assistente de Direção: Marina Ariano Gaio

1º Assistente de Elétrica: Rodrigo de Souza Franco

1º Assistente de Maquinária: Harrison Oliveira Fernandes

1º Assistente de Produção: Marcos Antonio Souza

2º Assistente de Câmera: Lucas Baldasso Marsaioli

Atendimento: Gustavo Magalhães

Chefe de Maquinária: Cleverson Gomes

Diretora de Arte: Valéria Morais

Diretor de Fotografia: Leonardo Cesar da Silva

Elenco: Elizabeth Maria Cruz, Jean Carlo Bittencourt, Viviane Maria Pereira e Glaucia Domingos

Fotógrafo/a Still: Thiago Antonovas e Priscilla Fiedler

Gaffer: Angelo Antonio Foltran Barros

Making Of: Roni Nascimento

Maquiadora: Mayara Nassar Diário

Produtora de Figurino: Bruna Afonso Diário

Produtor Executivo: Caio Henrique Bocuti

Trilha: Lucas Stiw Wagner de Cezaro

Equipe Britânia: Emanuelle Henche, Lucas Souza, Monalisa Fernandes e Patrícia Alves

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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