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BRF comemora recorde de lançamento de itens comemorativos

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A BRF celebra um recorde inédito com o crescimento de 367% no número de lançamento de itens comemorativos de fim de ano. Enquanto em 2019 foram três novos produtos, em 2020 a Companhia comemora a marca de 14 novidades na categoria.

Esse amplo processo de busca por inovação no portfólio de produtos da Companhia pôde ser visto ao longo de todo o ano. Somente nos primeiro nove meses de 2020, a empresa anunciou o lançamento de 91 produtos em seu portfólio, entre itens de Food Service e Varejo, o que representa um recorde nos últimos cinco anos. E, a previsão, é que nos próximos três meses, mais 46 novos itens cheguem aos pontos de vendas de todo o país, totalizando 137 produtos novos.

Essa vocação por inovação está no DNA da BRF, tanto é que neste final de ano, entre os lançamentos estão os comemorativos de Speciale, linha premium da marca Sadia, são eles: pernil espumante, pernil recheado com chutney de maçã e peru espumante. Ainda em 2020, a Companhia se reinventou e entrou em um novo segmento por meio das linhas Sadia Bio, Veg&Tal e de Frango Orgânico, que nasceram para atender a uma crescente demanda da população que opta por alimentos diferenciados, como os de origem vegetal e orgânica. Esses lançamentos refletem a cultura da empresa em acompanhar as principais tendências de consumo em todo o mundo e identificar a demanda por produtos com diferentes propostas de valor, sem deixar de lado a praticidade e o sabor.

“A BRF está atenta a esses movimentos e ampliou seu portfólio, antecipando uma tendência do mercado no sentido de trazer uma alternativa para os consumidores, que estão cada vez mais exigentes e buscam propósito nas marcas que consomem”, reforça Sidney Manzaro, vice-presidente de Mercado Brasil da BRF.

Somado a isso, a BRF também anunciou o Mac´n Cheese da Sadia, bem como incrementou seu portfólio com duas novas opções da linha Mortadela Ouro Perdigão, nas versões saborizadas Mortadela Ouro com Azeitona e Mortadela Ouro com Ervas Finas.

“A aceleração na inovação, com lançamento de várias frentes, o que inclui a materialização da proposta da empresa de não ser restrita à proteína animal, mas sim de ser uma provedora de alimentos inclusiva, é nossa vocação e vai ao encontro do que sempre procuramos, ou seja, atrair mais agentes para a conversa”, afirma Manzaro.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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