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Brasil Design Award 2021: “Qual bandeira você carrega?”

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A ABEDESIGN – Associação Brasileira de Empresas de Design – realiza a maior premiação de designers nacionais, a BRASIL DESIGN AWARD. O objetivo é reconhecer e valorizar profissionais, empresas e estudantes dentro de um dos mais importantes mercados da economia criativa. A 11ª edição acontece em 7 de dezembro e será transmitida online.

Em 2020 as expectativas foram superadas com um alcance recorde de mais de 1.500 projetos inscritos e, aproximadamente, 7 mil pessoas acompanhando o evento ao vivo. Neste ano, o cenário é ainda mais promissor: foram mais de 1.800 projetos inscritos, ultrapassando todas as metas previstas. A premiação é um verdadeiro marco para o design nacional, que movimenta milhares de profissionais de alta performance no mercado.

“O BDA, com todos os projetos inscritos e premiados, mostra a qualidade do design nacional, que nada deixa a desejar se comparado com os prêmios internacionais. É uma ação que incentiva a melhoria da qualidade técnica e profissional dos escritórios, agências, empresa e clientes ligados ao design”, destaca Patrícia Piana Presas, diretora de Conteúdo e Comunicação da Abedesign.

A executiva destaca que a premiação atua como uma espécie de “termômetro” do que tem sido desenvolvido em cada categoria do design nacional e serve como base para que algumas áreas se desenvolvam mais, a partir do contato com os projetos vencedores. A premiação também colabora para ampliar o network entre os profissionais do país.

Por que a bandeira? 

A temática desta edição é “Qual bandeira você carrega” e desde a escolha do júri até a votação dos projetos, os pilares de inclusão, diversidade e representatividade são a base do prêmio. A bandeira traz um dos principais simbolismos de representação e comunicação rápida de ideias e intenções.

“Queremos deixar como legado desta edição o quanto o design é representativo na vida das pessoas. É um elemento de diferenciação de produtos e serviços, que exerce influência direta no modo de vida da sociedade, seus costumes e comportamentos”, afirma Patrícia.

A escolha do presidente de cada uma das 10 categorias também foi realizada de forma criteriosa tornando essa edição ainda mais especial. Nesse ano, o prêmio conta com a presença de 6 mulheres, além de uma maior representatividade negra e número de profissionais de diferentes estados. Mas este é só o início de uma nova imersão pela busca de maior reconhecimento dentro de um setor que até então era considerado majoritariamente masculino e branco.

Como funciona a premiação?

A premiação é dividida em 10 categorias, sendo elas: Branding, Craft For Design, Design de Ambiente, Design de Embalagem, Design de Impacto Positivo, Design de Produto, Design de Serviço, Design Digital, Design Editorial e Design Gráfico.

As categorias são também divididas em outras 69 subcategorias que buscam representar o cenário do design nacional. Cada uma, que passará pela votação do júri e do voto popular, será premiada como: Grand Prix (projetos de maior destaque); Medalhas de ouro, prata e bronze para projetos de subcategoria; Selo oficial de vencedor e o Catálogo digital com todos os projetos premiados.

A cerimônia de premiação do maior prêmio do Design Brasileiro acontecerá em 7 de dezembro de forma remota, ao vivo. Para mais informações, acesse o site: https://brasildesignaward.com.br/ e aproveite para conferir a shortlist e o voto popular: http://brasildesignaward.com.br/voto-popular/.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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School of Rock e Galinha Pintadinha lançam acampamento musical de férias para o público infantil

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A School of Rock, rede de escolas de música, e a Galinha Pintadinha, um dos maiores fenômenos do entretenimento infantil global, anunciaram uma parceria estratégica para o lançamento do Camp Musical Galinha Pintadinha. O programa de colônia de férias é voltado para crianças de 2 a 8 anos e combina musicalização infantil, oficinas de artes manuais e dinâmicas corporais, trazendo uma grade de atividades adaptada para o ritmo e as necessidades de cada faixa etária.

As atividades presenciais ocorrerão nas unidades da School of Rock em todo o país ao longo dos meses de julho e agosto de 2026, aproveitando o período do recesso escolar. O projeto pedagógico foi estruturado em três módulos específicos: uma imersão de três horas direcionada para bebês de 2 anos (acompanhados pelos responsáveis) e cronogramas de cinco dias consecutivos para as turmas de 3 a 5 anos e de 6 a 8 anos.

Durante a semana de atividades, as crianças terão a oportunidade de interagir de forma prática com uma grande variedade de instrumentos musicais, englobando desde itens de percussão e musicalização básica, como pandeiros e xilofones, até os instrumentos tradicionais de uma banda de rock, como guitarras, baterias e teclados. A programação inclui rodas cantadas que unem o cancioneiro popular às faixas de sucesso da Galinha Pintadinha, além de oficinas de artesanato focadas no desenvolvimento da coordenação motora fina e da percepção rítmica.

Paulo Portela, CEO da School of Rock, ressalta a sinergia institucional que motivou o projeto de live marketing educacional. “A parceria reúne duas marcas que têm a música como elemento central de suas atividades. Enquanto a Galinha Pintadinha faz parte do universo infantil por meio de canções e personagens conhecidos do público, a School of Rock desenvolve um método de ensino baseado na prática musical e na performance coletiva.”

O grande diferencial do acampamento de férias é a preparação de um pocket show de encerramento. Ao longo dos dias de imersão, os pequenos músicos ensaiam arranjos simplificados das canções da personagem para se apresentarem diante de seus pais e familiares no último dia do programa.

A performance coletiva coloca as crianças no papel de protagonistas da própria banda, utilizando os instrumentos explorados durante as oficinas. Mais do que celebrar o encerramento da colônia de férias, o minishow funciona como uma poderosa ferramenta de brand experience afetiva para as famílias, proporcionando aos participantes o primeiro contato com a dinâmica de uma apresentação musical em grupo e estimulando a autoconfiança e a socialização desde a primeira infância.

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