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Bradesco traz parceria com Spotify em podcasts originais

O Bradesco acaba de anunciar a parceria com o Spotify na veiculação de anúncios em podcasts originais e exclusivos da plataforma nos segmentos de Negócios, Notícias e Tecnologia via Spotify Podcast Ads, publicidade em áudio por streaming.
As inserções acontecem nos principais podcasts como 123 Segundos, produzido pela BandNews FM; Café da Manhã, com a Folha de São Paulo, que traz às manhãs de segunda à sexta-feira os assuntos em pauta e PrimoCast, podcast oficial do Primo Rico. O plano prevê veiculações de anúncios nos episódios até 31 de dezembro.
Alta de audiência
O ano de 2020 foi um grande divisor de águas para a podosfera. O consumo mundial do formato aumentou 95% ano-a-ano. No segundo trimestre de 2021, o Spotify registrou um consumo de mais de 30% entre os usuários que engajaram com podcasts, enquanto as taxas de retenção semana-a-semana e mês-a-mês atingiram níveis históricos.
Por esse motivo, a plataforma trouxe ao Brasil, a partir de setembro deste ano, uma nova maneira para os anunciantes aproveitarem este canal de mídia em expansão e a oportunidade de alcançar um público valioso e engajado pelo Spotify Podcast Ads.
Bradesco Insights
Nesta fase inicial, os anúncios previstos na parceria trarão informações sobre um podcast produzido pelo próprio Bradesco, o Insights. Com mais de 80 episódios lançados, o programa reúne líderes empresariais e especialistas da área financeira e do banco num debate de ideias de quem entende para quem toma decisão.
Os assuntos são abordados dentro de diferentes pilares: ‘Insights Investment’, que traz informações gerais sobre investimentos; ‘Insights Explica’, que esclarece dúvidas para um público menos familiarizado com o tema; ‘CEO Talks’, com a participação de um CEO convidado; ‘Papo com Gestor’, em que os gestores de fundos de investimentos falam sobre as principais novidades e movimentações do mercado, além do ‘Insights Lifestyle’, que aborda questões de saúde e bem-estar.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








