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Bradesco fala sobre amor de pais em campanha inclusiva

Com campanha desenvolvida pela Publicis para o Dia dos Pais, Bradesco reforça o poder da paternidade afetiva
Na nova campanha de Dia dos Pais do Bradesco, o banco reforça a importância da proximidade entre pais e filhos. No filme, pai de filha protagonizam cenas do cotidiano dos dois, com brincadeiras, refeições e carinhos, enquanto a criança fala sobre o pai. Ao final, aparece a mensagem “O Bradesco acredita que o amor de um pai transforma o futuro de um filho – de todos”.
A campanha, realizada pela Publicis, traz um protagonista cadeirante, Billy, que é realmente pai da garotinha do filme, a Emilia, de seis anos. Além disso, houve a orientação da Sondery, consultoria de acessibilidade criativa, para que houvesse uma melhor retratação da realidade de pessoas com deficiência (PcDs).
“Em linha com o propósito da marca de promoção da inclusão e realização das pessoas, a comunicação do Bradesco continua valorizando a diversidade presente. Além disso, tivemos o cuidado e a responsabilidade de imprimir a representatividade sem o viés capacitista ou de superação típico das narrativas em torno das pessoas com deficiência”, afirma Márcio Parizotto, diretor de Marketing do Bradesco.
FICHA TÉCNICA
Cliente: Bradesco.
Agência: Publicis.
Produto: Institucional
Título: Billy e Emilia
Aprovação: Márcio Parizotto, Daniela Ugayama e Marcelo Salgado
CCO: Domenico Massareto
Diretores de Criação Associados: Pedro Maneschy, Luciana Lima, Mica Moran
Criação: Flavio Ferri, Gustavo Leal, André Rival, Pedro Maneschy, Luciana Lima, Mica Moran
Conteúdo: Claudia Cecilia, Aline Botelho, Julia Miranda, Henrique Dantas e Icaro LincolnAtendimento: Tatiana Chiari, Marcelo Trivilato, Marcella Spada e Marina Felippe
Planejamento: Gustavo Leite, Rodrigo Magalhães e Giulia Joau
Mídia: Mauricio Almeida, Fabiana Rodrigues, Ester Ribeiro, Lais Dalcin, Juliana Jardim, Marianna Garcia, Carla Barros, Francine Silva, Alinne Lopes, Camila Bitencourt, Raquel Tavernari, Priscila Santos, Maria Luiza Veneziano, Carla Masetto e Tatiane Santos;
RTVC: Renata Sayão,Rita Teófilo, Fabiana Diniz
Produtora de Imagem: Rebolucion
Direção: Cassu
Produção Executiva: Ciro Cesar
Line Producer: Alexandre Mancen
Head of Sales: Fabiana Gimenez
Producer: Paula Soares
1ª AD: Ju Cretella
2ºAD: Juka Taitni
Assist. de Coordenação: Tiago Poletto
Diretor de Produção: Fred Guerini
Produtora: Larissa Teixeira
Prod. De Locação: Fabiano Ramos
Diretor de Fotografia: Fe Oliveira
Produtora de Elenco: Taty Horta
Diretor de arte: Dani Miragem
Figurinista: Carol Donato e Milton Fucci Junior
Maquiadora: Fabiana Mizukami (Mima)
Montador: Ivan Kanter e Beto Araújo
Finalizador: Cris Caffaro e Driano Torres
Grading: The End – Cassiana Umetsu
Pós Produção / Motion: The End
Produtora de Som: PUNCH Audio
Direção Musical: Cristiano Pinheiro
Composição: Tony Berchmans
Atendimento: Alessandra Pais, Lili D.Aragoni e Fernanda Garroux
Finalização, mixagem e sfx: Gustavo Guanaes e Fernando Martinez
Coordenação: Juliana Pontes e Paula Pedroso
Ficha Técnica Acessibilidade
Audiodescrição: VER COM PALAVRAS
Roteiro: Lívia Motta
Narração: Paulo Henrique Motta
Consultoria: Laercio Santanna
Interpretação em Libras: Carlos di Oliveira
Edição e finalização: PH Soluções Audiovisuais
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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