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Boticário leva o conceito de feira para lugares não tradicionais

Das lonas coloridas que se assemelham à variedade de cores e texturas das frutas até os hits populares para chamar a freguesia, a feira livre é uma programação icônica que combina o que há de melhor do #BrazilCore*: movimento, diversidade, personalidade e cheiros. A conexão do brasileiro com o hábito de ir à feira é tanta que uma pesquisa realizada pelo Sebrae em 2022 indica que parte dos consumidores gostariam de ir à feira mais vezes do que conseguem, mas não têm tempo ou oportunidade. Esse foi o insight do Boticário para a criação da campanha que comunica sua nova linha de cuidados pessoais Cuide-se Bem Feira, aproveitando essa verdade cultural para levar o conceito de feira para a rotina de cuidados do consumidor, quando e onde quiser.
Mais do que uma campanha tradicional, o lançamento conta com uma estratégia 360° conectada com foco em realizar uma invasão das frutas pela cidade. E começa pela experiência da feira livre, mas, nesse caso, com itens de cuidados inspirados nas frutas mais tradicionais das feiras, gerando interesse e desejo do público a partir de uma ativação offline, pensada para criar essa atmosfera única e gerar experimentação dos produtos com dinâmicas interativas e divertidas com o público, além de ativações online e mídias de grande alcance.
Em ação inédita criada pela AlmapBBDO e pautada na relação funcional e emocional que o brasileiro tem com o hábito de ir à feira, a marca criou literalmente uma feira e levou uma ativação da novidade de Cuide-se Bem para um dos maiores parques de São Paulo, o Villa Lobos, localizado na Zona Oeste, com intuito de proporcionar essa experiência em um lugar onde, tradicionalmente, não ocorrem feiras. A ativação foi instalada em um dos pontos com maior visibilidade do parque e surpreendeu os visitantes que foram atraídos pelo design colorido do espaço, pelos cheiros dos produtos inspirados nas frutas e pela criatividade das dinâmicas.
“A partir dessa construção integrada, pretendemos criar experiências que despertam os diferentes sentidos, com a leveza e diversão que são próprias da feira. Cuide-se Bem, que já carrega códigos de irreverência e tem uma base sólida de lovers, cada vez mais se posiciona como a marca que entrega mais do que campanhas, mas também garante entretenimento em narrativas de impacto e com alto potencial de replicação entre o público, alinhadas com a linguagem e desejos da nossa comunidade. Nossa linha foi criada a partir de um costume muito verdadeiro do brasileiro, por isso, buscamos criar uma experiência que representasse essa cultura, transmitindo nas ativações as sensações proporcionadas pelas feiras livres”, comenta Bruna Buás, diretora de marketing do Boticário.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








