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BMW i celebra 10 anos e olha para o futuro com orgulho de sua trajetória

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A BMW i comemora 10 anos de mercado relembrando os marcos de sua primeira década ─ de seu nascimento em 2011 e olhando para o futuro, com o BMW iX, que será lançado em breve também para o Brasil. O décimo aniversário da marca BMW i também será o foco de uma ampla campanha nas redes sociais do BMW Group, que terá duração até o Salão Internacional do Automóvel (IAA) de 2021. Em nosso país, atividades de social media irão celebrar o aniversário durante as próximas quatro semanas com conteúdo dedicados duas vezes por semana nos canais da BMW do Brasil.
“Conhecido pelo seu pioneirismo, o BMW Group começou a modelar o futuro da mobilidade sustentável no mundo em 2011 com o lançamento da submarca BMW i. Na vanguarda da mobilidade elétrica, a marca apresentou ao mundo novos conceitos de tecnologias, sustentabilidade e design. No Brasil, BMW i foi a primeira marca a lançar, em 2014, um veículo 100% elétrico, o BMW i3 e um híbrido com tomada, o BMW i8. Um verdadeiro sucesso na liderança da eletrificação da mobilidade brasileira, também implementou o corredor Rio -São Paulo, o mais importante corredor elétrico da América Latina. Parabéns pelos 10 anos, BMW i”, afirma Henrique Miranda, Head de BMW i para a América Latina.

A BMW i representa a transformação da mobilidade individual e desempenha um papel central dentro do BMW Group, atuando como uma oficina do futuro e impulsionando inovação para toda a empresa. A marca é caracterizada por uma abordagem holística de sustentabilidade. O progresso atual nos campos futuros do D-ACES (Design, Autônomo, Conectado, Eletrificado e Serviços/ Compartilhado) está diretamente ligado à BMW i.

O papel da BMW i, como uma pioneira da mobilidade visionária, influencia o desenvolvimento de veículos do BMW Group e é reforçado no ano de aniversário da marca. A produção do BMW iX começará em apenas alguns meses. O modelo BMW i totalmente elétrico é o carro-chefe das novas tecnologias do BMW Group nas áreas de design, direção automatizada, conectividade, mobilidade elétrica e serviços digitais. Isso será seguido um pouco mais tarde pela estreia mundial do BMW i4, que transfere o prazer de dirigir puramente elétrico para o segmento central da marca, a classe esportiva premium de médio porte, pela primeira vez.

Ambos os modelos apresentam a tecnologia BMW eDrive de quinta geração, que define o novo padrão competitivo de veículos eletrificados, não apenas graças à eficiência excepcional da propulsão elétrica e à longa autonomia obtida a partir da tecnologia de célula de bateria de última geração. O princípio de design do motor também mostra como a sustentabilidade se tornou a meta central de desenvolvimento do BMW Group, que vai muito além da condução livre de emissões. Além disso, o uso de matérias-primas obtidas de acordo com rígidos padrões ambientais e sociais, uma proporção excepcionalmente alta de materiais reciclados e secundários, e o uso de eletricidade gerada exclusivamente por fontes renováveis na produção do modelo contribuem para o caráter do BMW iX voltado ao futuro.

A mobilidade elétrica continuará ganhando importância no futuro e se tornará um fator significativo para o crescimento sustentável. A meta do BMW Group é oferecer 25 modelos eletrificados até 2023 e ter mais de sete milhões de veículos eletrificados nas estradas em todo o mundo até 2030, sendo dois terços totalmente elétricos. Como parte da ofensiva de modelos que o BMW Group está perseguindo consistentemente, a próxima geração dos carros BMW Série 7 de luxo, por exemplo, terá uma versão puramente elétrica. Os modelos BMW Série 5 e BMW X1 também irão ganhar uma versão totalmente elétrica.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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