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BIC convida os pais e filhos para conhecerem ´O Poder das Cores

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Entre as novidades para o Volta às Aulas 2020, a marca apresenta seus lançamentos, a nova plataforma com atividades lúdicas e interativas e o novo Espaço BIC Educa, no Museu Catavento (SP).

A BIC, líder mundial em artigos de papelaria e presente na vida dos brasileiros há mais de 60 anos, traz um Volta às Aulas 2020 repleto de novidades para os seus consumidores. Para reforçar um dos principais pilares globais da marca, o compromisso com a educação, a BIC criou a plataforma ´O Poder das  Cores´, que trará atividades que irão estimular o ciclo de aprendizado das crianças, além de conteúdos informativos para que os pais participem ativamente do desenvolvimento de seus filhos.

“Por acreditar no poder de transformação que só a educação é capaz de promover, a BIC continua investindo em projetos que fomentam o aprendizado de qualidade. A plataforma ´O Poder das Cores´ foi criada para que os pais e filhos possam embarcar juntos nessa experiência marcante pelo universo da educação”, comenta Rodrigo Iasi, diretor de marketing da BIC.

O Espaço BIC Educa retorna ao Museu Catavento, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, com novas atividades e muita diversão para o público viajar pelo universo da ciência, por meio de oficinas educativas e curiosidades com itens do portfólio da BIC. Durante o período de férias, as oficinas de slime, lettering, colorir e de upcycling que estarão disponíveis no espaço farão a diversão dos milhares de frequentadores que passarem pelo Catavento. O museu conta com mais de 250 instalações e recebe, em média, 600 mil pessoas por ano, sendo um dos mais visitados do Estado de São Paulo.

A cada novo ciclo de Volta às Aulas, por meio de um planejamento estratégico de marca detalhado, a BIC reforça o compromisso de trazer ao público soluções cada vez mais completas, de qualidade e confiáveis para continuar proporcionando experiências positivas de marca com os consumidores.

Com as novidades e os lançamentos que marca traz, além do investimento constante no estímulo à educação, a BIC aposta na versatilidade de seu reconhecido portfólio para ampliar o market share, se manter na liderança de mercado e continuar presente na vida de milhares de brasileiros oferecendo soluções simples e acessíveis para todos.

Lançamentos para o Volta às Aulas 2020

Canetas

BIC CRISTAL FASHION – 12 UNIDADES

E a BIC Cristal Fashion não para de crescer. Com a maior variedade de cores da categoria, são 12 opções para os que buscam diversidade ao escrever e ilustrar. Suavidade e conforto ao escrever são marcas registradas desse produto!

BIC CRISTAL CELEBRATION

A caneta esferográfica mais famosa do mundo, que até virou música, agora tem uma versão premium!

Seu corpo metalizado traz um visual mais moderno e arrojado, disponível em tinta azul (corpo dourado) e preta (corpo prata).

BIC INTENSITY MÉDIA

Com 12 cores marcantes e traço médio, a BIC INTENSITY MÉDIA, apresenta uma ponta de 1,0mm, que pode ser usada desde anotações mais básicas do dia a dia, até desenvolvimento de projetos e lettering.

BIC INTENSITY PASTEL

A queridinha do público jovem na cor mais tendência do volta às aulas: cores pasteis. A caneta ultrafina com ponta de feltro e corpo arredondado, conta agora com 13 cores vivas e uma ponta de 0,4mm para já começar o ano com um planner alto-astral. Da até gosto de planejar objetivos e metas para 2020!

Marcadores

BIC MARCADOR DE TEXTO PASTEL

Não são só as canetas que estão nas cores pasteis. Agora, os marcadores BIC também contam com essa novidade. Com sua ponta chanfrada e uma alta durabilidade, é possível uma marcação de traço mais fino ou mais grosso, além da ponta não afundar quando pressionada.

BIC MARCADOR PERMANENTE

Com uma embalagem ainda mais moderna, a linha BIC Marking Marcador Permanente está de cara nova! Ele é perfeito para marcar, desde papel, papelão, até madeira e plástico. Para os amantes de trabalhos manuais e de desenhos, é uma excelente opção, já que permite um traço de 1,1mm e contém grip emborrachado no corpo, garantindo uma maior precisão e conforto. E, olha só, já são 18 cores!

                                             Colorir

CANETA PONTA PINCEL BRUSH PENS

Promete ser tendência e a queridinha do Volta às Aulas 2020! Sua ponta flexível, resistente e com efeito pincel, é perfeita para fazer traços finos e grossos, de acordo com a posição e pressão usadas. Ideal para quem faz lettering e bullet journal, por exemplo.

Outros destaques para a Volta às Aulas 2020

BIC EVOLUTION LÁPIS DE COR

Com até 36 cores, são ótimos para uma cobertura poderosa! Super resistentes, pois evita que suas pontas se quebrem, estimulam o aprendizado, seja ao pintar ou desenhar. Sua ponta ultra resistente garante ainda mais segurança para crianças e jovens durante suas atividades.

BIC CANETINHA HIDROGRÁFICA ULTRA LAVÁVEL

Certamente esse produto é o verdadeiro paraíso para os pais. A BIC Canetinha Hidrográfica Ultra Lavável possibilita a remoção da tinta em tecidos e na pele. Com ela, a brincadeira fluí sem peso na consciência. O produto oferece uma durabilidade maior, 12 opções de cores intensas e excelente performance ao colorir.

BIC EVOLUTION GIZ DE COLORIR

Com uma variedade de 12 até 24 cores, o BIC EVOLUTION GIZ DE COLORIR é ideal para os pequenos que estão desbravando novas cores e formatos. Proporciona, além de diversão, muita precisão e resistência à queda e pressão durante a utilização.

BIC EVOLUTION COLORS

Lápis preto com corpos divertidos e coloridos. Laranja, vermelho, turquesa, amarelo, rosa, verde, roxo e azul irão se destacar nos estojos da criançada. Conta com um corpo hexagonal, maior durabilidade, segurança, linhas mais suaves e facilidade e conforto ao pintar ou escrever.

BIC EVOLUTION PIJAMA

Maior durabilidade e ultra resistência são suas principais características. Tem combinações de cores diferentes e divertidas, além de segurança no manuseio de crianças, já que é fácil de apontar e dificilmente lasca.

SERVIÇO:

Museu Catavento

Onde: Palácio das Indústrias – Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/no (Av. Mercúrio), Parque Dom Pedro II, Centro – São Paulo/SP.

Telefone: (11) 3315-0051

Quando: terça a domingo, das 9h00 às 17h00 (bilheteria fecha às 16h00).

Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada para estudantes, idosos e portadores de deficiência). Entrada gratuita às terças-feiras.

Idade mínima para visitação: recomendado para crianças a partir de sete anos.

Como chegar: www.cataventocultural.org.br/mapas.asp

Acesso por transporte público: estação de metrô Pedro II e terminal de ônibus do Parque Dom Pedro II.

Estacionamento: R$ 15 até 4 horas (para visitantes do museu). Adicional por hora: R$ 5,00 (capacidade para 200 carros). Ônibus e vans: R$30,00. Adicional por hora: R$ 10,00.

Infraestrutura: acesso para pessoas com deficiência locomotora.

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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

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No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).

Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.

A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.

Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.

Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.

Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.

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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

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Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.

O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.

Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.

Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.

Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.

Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.

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