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Beauty Fair encerra edição de retomada de eventos presenciais e anuncia data para o evento em 2022

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A Beauty Fair,  feira de beleza profissional, encerrou a 16ª edição na última terça-feira, 23, traçando um cenário positivo para o mercado, somando um volume de negócios de R$ 400 milhões e perspectiva de crescimento de 5% para 2022.

Intitulada de “O Reencontro”, a Beauty Fair deste ano seguiu todo os protocolos de segurança exigidos pelas autoridades sanitárias contra a COVID-19 e marcou o retorno dos eventos presenciais do setor de beleza profissional, reunindo cerca de 400 expositores, que – ao longo de quatro dias – apresentaram as principais tendências e os lançamentos a um público de 136 mil pessoas, entre profissionais, lojistas, indústrias, distribuidores e exportadores do mundo todo.

Segundo César Tsukuda, diretor-geral da Beauty Fair, ainda não é possível fazer uma previsão de recuperação do mercado em relação ao ano de 2019, por conta da heterogeneidade do mercado, considerando as diferentes categorias de produtos e canais de vendas. “Salões de beleza, por exemplo, que foram muito impactados pela pandemia, devem levar até dois anos para se recuperarem, mas temos segmentos como cuidados com a pele e algumas subcategorias de cabelos, que já estão acima do que era 2019. É fato que o setor vai crescer em 2022 e pode até se aproximar de patamares de 2019”.

De olho neste crescimento, a Beauty Fair já está preparando a 17ª edição, marcada para ocorrer de 3 a 6 de setembro de 2022, no Expo Center Norte, em São Paulo. “O grande ativo da Beauty Fair é discutir o futuro e as tendências, por isso, já estamos organizando a próxima edição e garantindo que os principais decisores do mercado continuem tendo acesso ao melhor conteúdo para os seus negócios”, afirma Tsukuda.

Algumas marcas até aguardaram a Beauty Fair para fazer o lançamento oficial, uma vez que o evento é espaço de bastante expressão no mercado brasileiro e internacional, tido como referência de novidades e fornecedores, além de ser importante para a indústria e os consumidores. Vale ressaltar que após a feira, o mercado é impulsionado porque a Beauty Fair promove um encontro com todo o segmento de beleza, gerando oportunidade de troca entre os profissionais, varejo, varejo especializado e clientes finais.
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Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

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O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.

Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.

A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.

Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.

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Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

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O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.

Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.

Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.

No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.

A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.

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