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BBB: prêmio de R$1.5 milhão pode ser alvo secundário para os Brothers

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Aproveitando o gancho da estreia do BBB 2021, versão brasileira do reality show Big Brother, produzido e exibido pela Rede Globo, trazemos aqui uma grande questão: Prêmio de R$1.5 milhão será alvo secundário para os big Brothers? Assim chamados os participantes do programa.

Quando falamos em alvo secundário, significa que há algo mais vantajoso do que o prêmio ofertado. E o que seria, então, mais valioso do que o dinheiro?  

O Big Brother Brasil teve início em janeiro de 2002 e, desde lá, vários Brothers deslancharam carreira após o confinamento na casa: Grazi Massafera e Sabrina Sato, são grandes exemplos.

Marketing Digital e BBB

Em um mundo cada vez mais digital, tornar-se influenciador na mídia é algo bastante promissor, já que as possibilidades na publicidade são muitas. Claramente, receber a quantia de R$1.5 milhão de reais não é de se jogar fora, porém o prêmio final vem perdendo seu papel protagonista, uma vez que estando na casa, já há chances para se tornar popular.

Não é necessário ser o vencedor do reality, mas sim participar e fazer o público gostar de suas personalidades e afins. É por isso que, se você souber aproveitar, o BBB pode oferecer muito mais do que um prêmio milionário.

As portas que se abrem para os participantes acabam sendo muito mais valiosas do que o prêmio de fato. Atualmente, as marcas buscam engajamento e os BBB oferecem isso: com boas estratégias, é possível conquistar altos valores com publicidade.

Contratos publicitários pagam milhares em postagens para perfis com muitos seguidores e o engajamento nas redes sociais é o ponto de partida para grandes parceiras, entre marca e influenciador.

Pensando assim, os brothers precisam saber quanto vale o seu capital social quando forem eliminados e não quanto dinheiro levam dele.  Quanto mais conquistarem o público fora da casa, mais marcas se aproximarão para fazerem publicidade.

Na edição 2021, o elenco do BBB está dividido em dois grupos, Pipoca (anônimos) e Camarote (famosos). Todos terão chances de crescimento e parcerias, basta se destacar de alguma forma no mundo fora das câmeras.

Marketing de Influência dentro do Big Brother Brasil

O formato do programa já estava desgastado e isso não podemos negar. Porém, a Globo virou o jogo na audiência, quando começou a levar influenciadores digitais como grande trunfo do programa. Isso nos certifica que estamos vivendo a era do co-marketing.

Além de alavancar a audiência do BBB com os influenciadores, a emissora faturou, em 2020, mais de 200 milhões de reais em patrocínio, com o investimento de marcas interessadas na divulgação dos seus produtos. É uma via de mão dupla, já que os influenciadores ganham mais engajamento e tráfego.

Outro fator, não menos importante, são as estratégias dos influenciadores enquanto estão confinados. Um exemplo é a Manu Gavassi, que participou do reality em 2020: cantora e influenciadora, deixou pronto conteúdo para postagens nas suas redes sociais por 93 dias, tempo total de duração do reality. Os fãs e seguidores acompanhavam uma realidade paralela a vida da influencer que estava em confinamento. Essa estratégia deu muito certo. Manu Gavassi ganhou mais de 1 milhão de novos seguidores no Instagram e bateu o recorde do aplicativo no dia 22 de janeiro, com maior número de novos seguidores em 24h.

Outro exemplo, é a Bianca Andrade, mais conhecida como Boca Rosa. A influencer levou looks prontos para os eventos da casa e, paralelamente, sua equipe já tinha fotos prontas dela usando os mesmos looks com o direcionamento para o site da marca que forneceu a roupa. Foi uma ação de marketing extremamente benéfica para ambos.

Concluindo, desde a última edição, o prêmio em dinheiro têm sido apenas um gatilho para os participantes. A audiência está nas estratégias de marketing e esta edição com certeza trará novidades para o marketing digital!

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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