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Bauducco anuncia a Primeira Fornada para o Natal 2021 com projeção na Avenida Paulista e distribuição de panettones

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Bauducco anuncia a Primeira Fornada para o Natal 2021 com projeção na Avenida Paulista e distribuição de panettones
Chegou Panettone Bauducco, chegou Natal. Com espírito de esperança e otimismo, a tão esperada temporada natalina vai começar. Com a tradição já conhecida pelo público, a Primeira Fornada de panettones da Bauducco consagra o início de toda a preparação para um Natal inesquecível. Em 2021 não será diferente, e uma das maiores produtoras de panettone do mundo vai anunciar a chegada de seus produtos de maneira grandiosa e impactante, somado ao desejo de retomar o encontro familiar com segurança e celebrar a festividade com união e afeto.

Nesta quarta 13/10, a empena do prédio em uma das esquinas mais movimentadas da cidade, na Avenida Paulista, recebeu a projeção de uma animação 3D apresentando todo o processo de produção dos panettones.

O conteúdo ilustrou de maneira lúdica o início da produção, começando pelo cuidado com a massa madre, receita original trazida da Itália há mais de 70 anos, mostrando o produto e todo o processo de produção, que demora 54 horas. Um grande forno em plena Paulista, projetado na empena do edifício, mostrou a primeira leva de panetones Bauducco, anunciando a chegada do produto em todo o Brasil. Ao final da apresentação, panettones foram distribuídos ao público.

Para Juliana Corá, executiva de marketing da Bauducco, a esperança de um Natal mais afetivo e com a perspectiva de reunião dos familiares motivou a criação da campanha especial da Primeira Fornada. “Após esse longo período de isolamento e saudade daqueles que amamos, o sentimento de otimismo para o recomeço nos impulsionou a desenvolver uma campanha grandiosa. Impactar pessoas, gerar sorrisos, fazer os olhos brilharem e resgatar esse ambiente mágico que o Natal proporciona, essa é a contribuição da Bauducco para antecipar a época mais gostosa do ano e fazer deste o maior Natal de todos os tempos”, destaca Juliana.

Com foco em expandir a ação, a Bauducco também aposta na Primeira Fornada no varejo com comunicação e abastecimento das gôndolas.

Da Itália para o Brasil: a massa madre, que dá origem aos Panettones, é a mesma usada há mais de seis décadas

Além de carinho, um dos segredos da preparação das receitas da Bauducco está na fermentação natural. A massa madre dos Panettones da empresa é a mesma usada há quase 70 anos. Ela fica guardada em uma sala especial e é alimentada durante todo o ano com farinha e água. No Natal, alguns pedacinhos dessa massa tão especial são retirados para serem transformados nos deliciosos Panettones, sempre muito saborosos, leves, fofinhos e macios. Para se ter ideia do cuidado envolvido no processo, a Bauducco tem até um “mestre do Panettone”, um profissional que durante todo o ano se dedica exclusivamente a manter a integridade da massa madre.

Campanha Primeira Fornada
A Primeira Fornada Bauducco é uma ação criada e realizada pela agência PROS, responsável por desenvolver ativações e cuidar do relacionamento da marca com a imprensa e influenciadores durante toda a temporada de Natal.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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