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Barilla e Paola Carosella se unem em parceria inédita

Dando continuidade à celebração dos 145 anos de história, a Barilla lança seu projeto especial de branded content em parceria inédita
A estratégia toma forma via produção de conteúdos temáticos e instrutivos, sobre o preparo e consumo de massa, para o canal do Youtube da cozinheira, com desdobramentos em suas redes sociais e da marca. “Aceitei com muito prazer esta parceria porque a Barilla tem muita consistência em qualidade ao longo dos anos. O que recebemos do produto, em relação ao que se paga, é muito superior a outras marcas. Além disso, essa é a massa que eu uso na minha casa praticamente toda semana, então essa é uma relação que tem verdade”, diz Paola Carosella.
Para Fabiana Araújo, gerente de marketing da Barilla no Brasil, fechar a parceria com a Paola no ano em que a marca celebra 145 anos é uma grande satisfação. “Para nós, a Paola é uma mulher inspiradora, forte, que preza pela boa alimentação e qualidade dos produtos, pilares que estão em consonância com os nossos princípios. Além disso, sabemos que nossas massas fazem parte do seu dia a dia. É o match perfeito, que vai nos ajudar a levar de forma natural o valor emocional da massa, e nutritivo do grano duro, para o centro da comunicação”, diz a executiva.
O projeto foi desenvolvido pela REF+, que está entre as cinco maiores agências independentes do Brasil, e pela 4Influence que cuida de toda a comunicação da Barilla no país.
Ficha Técnica:
Ricardo Calfat – COO
Marcela Alves – Diretora de Atendimento
Luiza Leite, Laís Passos e Thais Santos – Executivas de Atendimento
Marina Ranieri – Gerente de Projetos
Fernando Calfat – CBO
Fernanda Gallo – Diretora de Mídia
Lívia Soares – Gerente de Mídia
Larissa Nascimento – Supervisora de mídia
Renato Pereira – CCO
José Carlos Gonsalves – Diretor de Criação
Vanessa Marinho – Diretora de Arte
André Oviedo – Redator
Heloisa Zanbrão – Revisora
Bruno Perazio e João Siqueira – Coordenadores de Redes Sociais
Mariana Corrá – Analista de Conteúdo
Diego Pinheiro – Community Manager
Amanda Fernandes – Community Manager
Fabiana Araújo – Gerente de Marketing
Thione Diaz – Coordenadora de Marketing
Carolina Moraes e Rodrigo Oliveira – Analista de Marketing
Alexandre Spínola – CSO
Marília Feliciano – Coordenadora de Relações Públicas
Klara Carbone – Atendimento
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








