Empresa
Banco Bmg lança um novo conceito de positividade financeira com um dos principais músicos brasileiros

Esse ano, o Banco Bmg passou por um processo de rebranding e transformou a marca e sua atuação no mercado. Para manter em alta seus novos conceitos de inclusão digital e financeira, o Bmg contratou o músico Gabriel, o Pensador, que será o novo rosto das campanhas da empresa. Essa é mais uma novidade dentre muitas outras que o banco apresentou nos últimos meses.
Para Alexandre Winandy, Diretor de Transformação Organizacional do banco, Gabriel é uma inspiração de simplicidade e é essa ideia que o Bmg quer passar. “Queremos que os nossos clientes vejam que podem ter uma relação saudável e descomplicada com a conta bancária”, afirma o executivo.
O Bmg traz também o conceito da Conta Positiva, mostrando que o banco oferece mais do que uma contra gratuita, como se vê aos montes no Brasil. O Bmg se diferencia ao ser um ecossistema completo, com produtos que ajudam os clientes a não ficarem no “zero a zero”.
Segundo Winandy, a imagem que Gabriel passa para o mercado é a mesma que o banco quer ter: simples, descomplicado e inteligente. “Ele é uma referência de inteligência e sagacidade, e se os clientes forem pensadores como ele, vão ver todas as vantagens de ter também uma Conta Positiva. Nós queremos ser parceiros e incentivadores da realização dos sonhos dos nossos clientes, e isso passa por um saldo financeiro positivo”, diz.
Com a participação de Gabriel, o Bmg traz uma nova assinatura de campanha, criada também como uma rima: “Tá na hora de você dizer assim, Bmg é pra mim”. A partir de 12 de novembro, o rapper vai estar em todos os filmes de televisão e em vídeos nas redes sociais do banco. A campanha foi elaborada pela Pullse.
Estratégia digital
Desde o rebranding, o Bmg começou a atuar em um espaço que não tinha players no mercado financeiro: um ecossistema híbrido entre o mundo físico e digital. “Nossa ideia é somar o calor humano, o olho no olho, com as ferramentas mais tecnológicas e inovadoras que uma pessoa pode ter na palma de suas mãos”, afirma a CEO do Bmg, Ana Karina Bortoni Dias.
Um dos principais bancos do País, o que dá suporte à essa promessa do Bmg são produtos exclusivos, como o Volta Pra Mim, um programa de cashback que pode ser usado tanto no crédito quanto no débito, e o Poupa Pra Mim, um “cofrinho virtual” que arredonda os gastos dos clientes para ajudar a guardar dinheiro no dia a dia sem nem perceber.
O Bmg também tem uma conta digital completa, com transferências gratuitas ilimitadas para qualquer banco, cartão de crédito sem anuidade e saques gratuitos na rede Banco24Horas. E tem mais: para quem curte futebol, o banco tem parceria com os clubes Barcelona, Atlético Mineiro, Corinthians e Vasco, oferecendo um cartão personalizado com o escudo dos clubes e equipado com tecnologia contactless (basta aproximá-lo da maquininha para que a cobrança seja realizada).
Empresa
Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
Empresa
Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








