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Azul revela fotos oficiais da aeronave inspirada em Minnie Mouse

Está chegando a segunda aeronave que irá compor “A Frota Mais Mágica do Mundo”, que traz aviões da Azul Linhas Aéreas inspirados em personagens da Disney.
Anunciado em outubro, o avião teve suas primeiras fotos oficiais reveladas hoje, mostrando cores e ilustrações que fazem alusão à querida personagem Minnie Mouse. O segundo avião temático do projeto é um Airbus A321neo, que está em processo de finalização na fábrica da Airbus, na Alemanha, e deve ser entregue à Azul em breve. A aeronave voará pelos céus do Brasil, levando todo o encanto e magia do Walt Disney World Resort para diversas cidades no país.
O lançamento de “A Frota Mais Mágica do Mundo” coincide com “A Celebração Mais Mágica do Mundo”, que teve início em outubro e vai durar 18 meses, comemorando o 50º aniversário do Walt Disney World Resort, na Flórida.
“A experiência com o primeiro avião, inspirado em Mickey Mouse nas Nuvens, tem sido muito especial para nossos Clientes e Tripulantes, e estamos com uma expectativa ainda maior para receber a aeronave que homenageia a Minnie. Compartilhamos com a Disney o compromisso de proporcionar experiências inesquecíveis aos nossos Clientes e essa parceria vem mostrando que estamos no caminho certo”, celebra Tariana Cruz, gerente de marketing da Azul.
“Estamos muito orgulhosos de ter a icônica Minnie Mouse como inspiração para ‘A Frota Mais Mágica do Mundo’. Assim como a Personagem Disney, que incentiva pessoas de todas as idades a se divertirem de forma autêntica, queremos que os passageiros possam aproveitar ao máximo a experiência a bordo. Estamos muito felizes em ter um símbolo de empoderamento feminino e estilo levando a magia do Walt Disney World pelos céus brasileiros”, comenta Cinthia Douglas, Diretora de Marketing e Vendas de Disney Destinations para a America Latina.
O primeiro avião da frota, inspirado em “Mickey Mouse nas Nuvens”, fez seu primeiro voo no dia 11 de novembro e surpreendeu os Clientes da companhia já na chegada ao portão de embarque. Todos ganharam orelhinhas e máscaras de proteção inspiradas no Mickey Mouse, usadas também pelos Tripulantes que atenderam o voo. E as surpresas continuaram a bordo, quando todos receberam necessaires personalizadas contendo tags para mala, tapa olho, creme de mão e caneta. A tripulação do voo também entrou no clima da magia de Walt Disney World com seus acessórios em homenagem ao icônico personagem.
Nos próximos meses, chegarão mais dois novos modelos, completando os quatro aviões que vão compor “A Frota Mais Mágica do Mundo”.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








