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Avenida Paulista recebe relógio em formato de Optimus Prime para marcar a estreia de ‘Transformers: O Início’

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A Artplan, em parceria com a Paramount Pictures, JCDecaux e Bisys, traz uma ativação em mídia Out Of Home (OOH) para promover o lançamento do filme “Transformers: O Início”, que chega aos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira (26). Inspirado no robô Optimus Prime, protagonista do universo Transformers, a ação apresenta um relógio OOH, localizado no coração da Avenida Paulista, em São Paulo próxima à Estação Trianon Masp do metrô.

O mobiliário interativo vai engajar o público ao longo do dia, com movimentos com a cabeça, e efeitos visuais, como LEDs iluminando os olhos do robô à noite, criando uma experiência dinâmica.  Além disso, a tela do relógio exibe uma animação que representa uma porta — funcionando como uma extensão do corpo do robô — que se abre para revelar informações sobre o filme. Com essa combinação de elementos visuais e interativos, a expectativa é transformar o relógio em um ponto de atração e engajamento na movimentada Avenida Paulista.

“Transformers é uma franquia que traz tecnologia na sua essência. Por meio da ação, buscamos não só posicionar o personagem referência desse universo em um dos pontos mais movimentados de São Paulo, como também refletir o lado lúdico tão presente nesse universo dos autobots e decepticons”, afirma Luciana Falcão, diretora de marketing da Paramount Pictures Brasil.

“Trazer o Optimus Prime para a realidade em um formato tão inovador e dinâmico reforça o poder da mídia OOH em criar experiências inesquecíveis para o público. Transformamos um ponto urbano icônico, que é a Av. Paulista, em uma experiência visual dinâmica e envolvente, o que reforça o papel do OOH como uma plataforma essencial para alavancar o negócio dos nossos clientes, garantindo que suas campanhas se destaquem e gerem resultados significativos”, comenta João Binda, diretor comercial da JCDecaux.

“A gente quer transformar o jeito de promover os lançamentos do cinema. Usando tecnologia de ponta, transformamos a mídia OOH em experiências imersivas para o nosso público”,  afirma Felippe Mendonça, diretor de criação da Artplan.

Para dar vida ao Transformers em plena Avenida Paulista, a produtora Bizsys utilizou uma estrutura em alumínio e esculpiu a peça em isopor e XPS. Um sistema mecatrônico instalado no personagem possibilitou a sincronia das imagens da tela com os movimentos do robô alienígena. “O maior desafio neste projeto foi desenvolver uma dinâmica tecnológica que possibilitou a sincronia de movimentos do personagem com o conteúdo transmitido pela tela para revelar o lançamento do filme”, comenta Rodrigo Cassino, CEO da Bizsys.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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