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Audi lança nova campanha global de marca

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A Audi está redefinindo globalmente seu tradicional “Vorsprung”, que significa vanguarda, ao colocar pessoas, com seus valores e necessidades, no coração da estratégia da marca. A nova campanha global enfatiza a transformação em direção à mobilidade premium sustentável da marca com o slogan “Future is an Attitude”, que mantém sustentabilidade, digitalização, design e performance como os principais pilares. Além disso, a identidade corporativa, representada pelas famosas quatro argolas, foi retrabalhada e ficará visível globalmente pela primeira vez.

“Ao refinar nossa estratégia da marca, damos uma definição contemporânea à ‘Vorsprung’ e nos preparamos para o futuro – para uma nova era automotiva e para nossos clientes”, afirma Henrik Wenders, Vice-Presidente Sênior para a marca Audi. O objetivo, segundo ele, é melhorar a vida das pessoas através da tecnologia e fazer uma contribuição à sociedade. A ambição da Audi é moldar o futuro da mobilidade premium e criar experiências fascinantes.

Com a campanha global, a marca Audi está mostrando o caminho para um futuro elétrico, digitalizado e mais emocional. Além de modelos já comercializados, como o Audi e-tron Sportback, os conceitos Audi AI:ME e Audi Q4 Sportback e-tron também são exibidos no filme e representam o poder inovador da marca. Os protagonistas são os próprios colaboradores da Audi, como o chefe de design Marc Lichte, que personifica de forma a autêntica a atitude da Audi.

A campanha será veiculada em todos os canais de comunicação, desde PayTV até plataformas digitais. No recém-lançado website progress.audi, todo o conteúdo estará reunido e mais histórias informativas serão oferecidas aos clientes. A agência alemã thjnk é responsável pela implementação criativa.

Na estrutura da nova campanha, a identidade visual da marca, representada pelas tradicionais quatro argolas, foi retrabalhada, com um estilo reduzido que evidencia a nova linguagem. Sua apresentação é direcionada pela imagem progressiva premium da marca.

Sob o slogan “Future is an Attitude”, a Audi vai unir mundialmente as campanhas de comunicação a partir de agora, levando em conta as exigências culturais e específicas de cada país. “Vorsprung durch Technik” permanecerá como a assinatura da marca.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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