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Audi anuncia parceria com Sauber na Fórmula 1 em 2026

A Audi anuncia parceria com a equipe Sauber a partir de 2026, quando ocorrerá a estreia da fabricante na maior competição global de automobilismo. O projeto será conduzido nas instalações da Audi Sport em Neuburg, perto de Ingolstadt, ao sul da Alemanha, onde o time de experts da companhia desenvolverá o novíssimo motor feito especialmente para a competição. Esta é a primeira vez em mais de uma década que uma motorização da Fórmula 1 será construída na Alemanha. Além disso, a Audi planeja ainda adquirir uma participação no Grupo Sauber.
A parceria da Audi com a Sauber estabelece uma nova etapa do projeto desde o anúncio da fabricante sobre a sua entrada na Fórmula 1, em agosto deste ano. A Sauber é uma das equipes mais renomadas e tradicionais da Fórmula 1, com cerca de três décadas de experiência na competição. Enquanto o propulsor será desenvolvido no Motorsport Competence Center da Audi em Neuburg, a Sauber irá desenvolver e fabricar o veículo de corrida em sua sede, na cidade de Hinwil, na Suíça. A Sauber também será responsável pelo planejamento e execução das operações da corrida.
“Estamos muito satisfeitos por termos conquistado um parceiro tão experiente e competente para nosso ambicioso projeto de Fórmula 1”, afirma Oliver Hoffmann, membro do Conselho de Desenvolvimento Técnico da AUDI AG. “Já conhecemos o Grupo Sauber com suas instalações de última geração e a experiente equipe de colaborações anteriores, e estamos seguros de que, juntos, formaremos um time forte.” Por exemplo, a Audi Sport já usou regularmente o túnel de vento de alta tecnologia do Grupo Sauber em Hinwil, a pouco menos de quatro horas de carro, durante a bem-sucedida era de Le Mans e durante o desenvolvimento do carro de turismo Classe 1 para o DTM.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







