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Prudential do Brasil renova patrocínio ao SP Open e amplia presença no tênis com apoio a Luisa Stefani

Pelo segundo ano consecutivo, a Prudential do Brasil marca presença como patrocinadora do SP Open, torneio do circuito WTA 250 realizado no Parque Villa-Lobos, em São Paulo. Nesta edição, a seguradora expande sua atuação na competição ao anunciar também o patrocínio individual à tenista Luisa Stefani, atual campeã de duplas do torneio e medalhista olímpica, que atua no evento ao lado da canadense Gabriela Dabrowski.
A parceria com a atleta, oficializada no início do ano, integra a estratégia da companhia de associação aos valores do esporte. Além da visibilidade em quadra, a marca montou uma estrutura interativa no Boulevard do evento, espaço dedicado ao entretenimento, gastronomia e ativações com o público presente.
No estande oficial, os visitantes têm acesso a duas dinâmicas principais: o Teste de Velocidade, que afere a potência do golpe forehand dos participantes com classificação em tempo real, e um jogo da memória interativo que destaca os ativos esportivos apoiados pela empresa. As atividades preveem a distribuição de brindes como chaveiros, bolsas sustentáveis do tipo ecobag e antivibradores personalizados para raquetes.
“Voltar ao SP Open, agora também como patrocinadores de Luisa, representa uma evolução natural de uma parceria construída com base na confiança e em objetivos compartilhados. Mantemos uma relação consistente com o tênis brasileiro, um esporte que compartilha valores com a nossa marca, como preparação, disciplina, consistência e visão de longo prazo. Queremos levar essa conexão também para o público ao longo do torneio”, afirma Fernanda Riezemberg, diretora de marketing, comunicação e eventos da Prudential do Brasil.
A programação da seguradora contempla ainda ações de relacionamento e impacto social. Em parceria com a Rede Tênis Brasil, a companhia viabilizou a visita de 25 jovens participantes do projeto de formação esportiva para acompanhar os jogos profissionais. No âmbito corporativo, a marca promove uma clínica exclusiva de tênis para convidados com a participação de Luisa Stefani e de Ricardo Acioly, ex-capitão da equipe brasileira na Copa Davis e diretor técnico do SP Open.
O apoio ao torneio paulista e a Luisa Stefani consolida a plataforma de patrocínios da seguradora no tênis nacional, iniciada em 2023. O portfólio de parcerias da empresa na modalidade inclui também a atleta Bia Haddad Maia, o Minas Tênis Clube e projetos de inclusão social por meio do esporte.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







