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Nescafé Dolce Gusto e Pinterest lançam bebida inspirada em relatório de tendências de consumo

A Nescafé Dolce Gusto apresentou ao mercado o ChocoGlamour, primeira bebida em cápsula no Brasil desenvolvida a partir de um comportamento mapeado pelo Pinterest Predicts. A criação é fruto de um projeto em conjunto com o Pinterest para traduzir em experiência de consumo a tendência intitulada Glamour, Glamour, apontada pela plataforma no relatório de previsões para o ano de 2026.
A tendência em questão reflete uma busca crescente por conceitos como maximalismo, opulência, texturas marcantes e autoexpressão na rotina. No ecossistema digital da rede social, esse interesse se traduz em um volume expressivo de pesquisas e salvamentos de conteúdos relacionados ao apelo visual extravagante e ao prazer no cotidiano. “O Pinterest Predicts não é um relatório de tendências, é uma leitura do que as pessoas já estão desejando, antes de o mercado perceber”, afirma Tavane Gurdos, diretora-geral do Pinterest no Brasil. “Ver uma tendência da plataforma se transformar em produto é a prova mais concreta do que a inteligência cultural do Pinterest pode fazer por uma marca.”
A formulação do ChocoGlamour consiste em uma bebida cremosa de sabor chocolate com notas aromáticas inspiradas em rum, sem teor alcoólico. A proposta sugere versatilidade no preparo, podendo ser consumida quente ou servida em taça com gelo na forma de mocktail. “Buscamos constantemente novas formas de inovar e criar experiências relevantes para os consumidores. Essa colaboração com o Pinterest mostra como insights de comportamento podem inspirar inovações capazes de conectar cultura, tendências e consumo de forma genuína. ChocoGlamour nasceu justamente dessa proposta: transformar uma tendência emergente em uma experiência única, convidando os consumidores a explorarem uma nova bebida de uma nova forma e expressarem seu estilo no dia a dia”, declara Daniele Micheski Mendonça, gerente de marketing de Nescafé Dolce Gusto no Brasil.
O lançamento passou a ser comercializado na loja virtual própria da marca no início de setembro, com distribuição gradual nos canais do varejo ao longo do mês.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







