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Atacadão seleciona painéis da THE LED para loja modelo em Retail Media do Rio de Janeiro

Unlitail e Atacadão, em parceria com a THE LED, inauguram loja modelo em varejo de mídia com mais de 200m² em telas que possibilitam exibição sincronizada de anúncios para maximizar o impacto das marcas no ponto de venda.
A Unlitail, joint venture entre o Grupo Carrefour e o Grupo Publicis, que desenvolve e oferece soluções modernas em mídia de varejo para Europa e América Latina, anuncia a implementação do primeiro projeto massivo de LED na loja da rede Atacadão, localizada no Shopping Bangu, no Rio de Janeiro.
Para tanto, a rede contou com a THE LED que apresentou 32 telas para pontas de gôndolas, seis banners aéreos e uma tela de geladeira, com estruturas modernas e inovadoras para acompanhar e influenciar a jornada do cliente dentro da loja.
O projeto soma 200m² de telas que exibem conteúdos sincronizados que possibilitam maior visibilidade e impacto para os anunciantes.
A unidade recebeu displays digitais e pórticos iluminados para destacar os produtos e descontos de forma clara e visível, divulgar conteúdos relevantes e segmentados como mensagens personalizadas e promoções direcionadas, que aumentam o interesse e incentivam a recompra, e projeção de iluminação e ambientação visual que melhoram a navegação dentro da loja e tornam a jornada mais intuitiva.
“A instalação das telas de LED foi cuidadosamente planejada para garantir uma integração perfeita com o fluxo de clientes e trazer resultados significativos para a rede varejista. Com o uso dessa inovação, o Atacadão conseguirá aumentar a visibilidade das campanhas veiculadas, aumentar as vendas e o faturamento, gerar um impacto maior para os anunciantes e obter mais agilidade na troca de conteúdos publicitários. Dessa forma, os painéis de LED são uma alternativa com melhor custo-benefício para modernizar e transformar os negócios”, afirma Richard Albanesi, CEO da The Led.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








