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Assaí apresenta sua primeira campanha institucional para reforçar valores da marca

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O Assaí Atacadista apresenta pela primeira vez, em seus 46 anos de atuação, uma campanha institucional. Assinada pela BETC/Havas, a comunicação inédita tem como objetivo mostrar a relevância e a grandeza da marca dentro do segmento de atacado de autosserviço brasileiro, evidenciando a cultura da empresa, os números relevantes de crescimento apresentados nos últimos seis anos, a resiliência do negócio como parceiro dos clientes em momentos desafiadores, as ações sociais e sustentáveis e como a rede colabora, diariamente, para que inúmeros brasileiros tenham uma vida melhor.

“O Assaí é um dos atacadistas que mais cresce no Brasil e junto com os grandes números de crescimento, evolui também a nossa relação com os clientes e nossa contribuição para os micros e pequenos empreendedores que se abastecem em nossas lojas. Por isso, construímos uma campanha que traduz a essência da rede, utilizando o sol nascente, que está no nosso logotipo, para mostrar como o Assaí transforma a vida das pessoas. O nosso objetivo é também demonstrar que, a cada dia, assim como o sol nasce, surgem também novas oportunidades, conquistas e histórias e que a marca permanece ao lado dos clientes, como um grande parceiro, em todos esses momentos”, explica Marly Lopes, Diretora de Marketing do Assaí Atacadista

Por meio do conceito ‘Valores que se renovam todos os dias’, a agência criou uma campanha que evidencia a dimensão, força e capacidade de atuação da companhia em diversas frentes. O filme destaca que ‘ser grande não é sobre tamanho, é sobre grandeza’, e enfatiza a garra e o entusiasmo das pessoas que constroem a marca no dia a dia. A ação também enfatiza seus valores e pilares essenciais, além de trazer números importantes sobre a atuação da marca no Brasil, como estar entre os 10 maiores empregadores do país, com mais de 50 mil colaboradores; ser a 23ª companhia mais valiosa do país e ter a Universidade Assaí, com mais de 3.600 cursos de capacitação aos funcionários, como um pilar da valorização dos colaboradores.

“O nome Assaí deriva de uma palavra da língua japonesa, que significa sol nascente. É nesse espírito de renascimento, assim como o sol faz todos os dias, que criamos uma mensagem humana e poderosa. Estamos muito felizes por sermos os primeiros a trazer à tona esse lado tão importante da marca, e ajudar a torná-lo ainda mais conhecido para o grande público. E assim vamos mostrar que os propósitos da empresa vão além do reconhecimento como um dos maiores atacadistas do Brasil”, comenta Romolo Megda, diretor de criação da BETC/Havas.

A campanha conta com filmes para TV aberta e fechada, mídia impressa (jornais e revistas) e exterior, portais de notícias e especializados em finanças e investimentos, além de peças para o meio digital (Instagram e Facebook).

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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