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As Mais Recentes Tecnologias Implementadas por Operadoras de Cassino

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As Mais Recentes Tecnologias Implementadas por Operadoras de Cassino

As operadoras de cassinos online, comumente referenciadas como as suas donas, estão sempre adaptando os seus sites e apps. Afinal, estamos na era da informação, com o maior grau de atualização frequente já vivenciado pela humanidade, e não poderia ser diferente para os sites de cassino. A maioria dessas mudanças, no entanto, passam despercebidas pelos usuários.

Por isso, além de saber que cassinos como o Pin-Up Casino são recomendados por sites de análise, vale a pena saber o que está sendo implementado. Assim, tem-se uma boa ideia do grau de segurança ou até mesmo de experiência e diversão que se tem ao se cadastrar e jogar num cassino desses.

Realidade Virtual

Atualmente, todo e qualquer jogo de cassino online, inclusive todos os milhares deles disponíveis em sites como o Pin-Up Casino, podem ser jogados com dispositivos móveis. Aos poucos, algumas produtoras já tentam diversificar o seu portfólio com jogos de realidade virtual.

No entanto, ainda é uma atualização que está no início por alguns motivos diferentes. Por exemplo, é uma tecnologia que combina bem com jogos de cartas, mas que talvez não faça tanto sentido com caça-níqueis. Além disso, é preciso estudar-se mais sobre os perigos da realidade virtual.

Tecnologia Blockchain

Desde a criação do Bitcoin, o uso da tecnologia de blockchain tem se popularizado de forma exponencial. Com isso, muitos cassinos já permitem depósitos e saques instantâneos com diversas criptomoedas, incluindo Ethereum, Ripple e Litecoin.

Em outros mercados, há jogos em NFTs atraindo pessoas que apostam seus tokens em busca de diversificar seus investimentos. No mundo dos cassinos, porém, a melhor e mais óbvia utilização da tecnologia blockchain está justamente na privacidade e segurança dos usuários, tanto para manter os seus dados seguros quanto para sacar de forma eficiente.

Análise Inteligente

O conceito de inteligência artificial deu um passo à frente com o machine learning, permitindo que sistemas se adaptem ao comportamento dos usuários não de forma linear, mas de forma realmente inteligente. Com isso, toda a experiência dos jogadores pode ser adequada às suas preferências conforme eles utilizam o cassino.

Isso é especialmente útil no caso de cassinos com milhares de jogos. Filtrá-los pelos provedores ou popularidade pode não ser suficiente para atingir a melhor recomendação possível, mas a análise do comportamento do jogador sim.

Jogo Responsável

Todas as empresas do mercado de apostas devem prezar pelo jogo responsável. Desse modo, alguns cassinos se adiantam e oferecem tanto ajuda aos que encontram problemas quanto ferramentas para monitoramento pessoal a todos os jogadores. Dessa forma, pode-se limitar o acesso a jogos ou depósitos para determinado tempo de uso ou quantia, respectivamente.
Para Onde Caminha a Tecnologia nos Cassinos Online?

Todas as tecnologias mencionadas estão em fase de implementação pelos cassinos online, o que significa que devemos ver melhorias nos próximos anos. Enquanto isso, todos os jogos continuam a ser desenvolvidos por empresas de renome, ao menos para aqueles que escolhem bem os cassinos onde jogam. Por isso, cada novo lançamento parece trazer avanços nos gráficos e na jogabilidade de títulos de qualidade.

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Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

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A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.

A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.

A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.

“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.

Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.

Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.

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Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

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Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.

Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.

A engenharia por trás da “coincidência”

O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.

Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.

O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões

O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.

Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.

Literacia digital e privacidade

Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.

“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.

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