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Artista plástico Luciano Martins faz sucesso no mundo do licenciamento

O artista plástico Luciano Martins é um dos artistas mais vendáveis da geração com obras pintadas com tinta acrílica. Ao longo de sua carreira, sua arte já foi requisitada por várias empresas, de distintos portes e segmentos.
Por conta dessa demanda e alta procura por seus traços, tornou-se necessária uma gestão eficiente dos contratos do artista, que buscava por um parceiro confiável para tomar conta de suas atividades de licenciamento. Neste contexto, a Destra, empresa especializada em licenciamento de marcas, vem o auxiliando tanto na gestão de contratos e na prospecção de novos negócios para o artista, que já fez parcerias bem sucedidas com grandes empresas como Condor, Cacau Show, Ciclo Cosméticos, Nig Brinquedos, Oral Gift, Renner, entre outros.
Neste sentido, Luciano Martins comenta sobre a importância da parceria com a Destra e a melhora do cotidiano de trabalho. “A parceria com a Destra foi fundamental para o crescimento da LM Licenciamentos. Toda a gestão, percepção e contatos com o mercado foi impulsionada por conta desta parceria, com absoluto profissionalismo”, diz. “Além da segurança e do controle, a parceria me ajuda consideravelmente na otimização do meu tempo. Com isso, passo a ter mais liberdade para me envolver apenas com o processo criativo”.
Bruno Koerich, CEO da Destra, comenta o papel da empresa de licenciamento na gestão de royalties de Luciano Martins. “Do nosso lado, essa parceria significa muito, pois o Luciano Martins é um artista incrível, é de fato uma referência no campo das artes plásticas. Tê-lo conosco, poder apresentar e desenvolver nossos serviços é uma honra. Estamos dispostos a oportunizar contratos e negócios para ele focar no que faz de melhor”, conclui.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







