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AREA.G cria campanha de lançamento para DrApp, novo aplicativo de telemedicina

A agência AREA.G, empresa do hub de inovação INOVNATION, do empresário Alexandre Gama, está planejando e gerenciando o lançamento do novo aplicativo de marcação de consultas presenciais e online e exames médicos, o DrApp.
A plataforma DrApp já atuava na conexão entre pacientes e médicos da Associação Paulista de Medicina (APM) em 108 cidades do estado de São Paulo, incluindo a capital e o Grande ABC, agendando exames laboratoriais até 80% mais baratos e consultas presenciais com preço acessível. Agora, após a pandemia ocasionada pelo Covid-19, a criação de um aplicativo com o serviço de teleconsultas tornou-se uma das prioridades da empresa.
Usando como personagem principal a médica e ganhadora do Big Brother Brasil 20 Thelma Assis, a campanha exalta as vantagens do aplicativo com a campanha “Quem nunca?”.
A expressão “Quem nunca?” faz parte da estratégia de buscar na vivência, desejos e questionamentos reais dos consumidores em relação à saúde. “Sonhar com atendimento de qualidade sem cumprir carência” e “Querer ir ao médico sem sair de casa” são algumas das mensagens que começam a ser veiculadas na sexta-feira, 31 de julho.
Além de médica, Thelma também é associada da APM e vai explicar em suas redes sociais tudo sobre o modelo de teleconsulta.
Marcio Ribas, ECD e sócio da AREA.G, diz que existem muitas vantagens ao criar a primeira campanha do aplicativo: “Começar desde o início, trabalhando toda a construção em parceria com o cliente é uma das maiores vantagens que tivemos. Podemos falar com propriedade, trazendo ideias e parceiros novos, como a Thelminha, e criar uma mensagem que dialogue de maneira direta com os consumidores”.
O diretor geral de criação Alexandre Gama complementa: “Conheci o José Maria Alves de Almeida Prado, idealizador do DrApp, há dois anos, quando ele me procurou para apresentar a startup, pois via que poderíamos auxiliar com todo o know-how de inovação, posicionamento e comunicação que o hub INOVNATION e a AREA.G aportam. Achei o projeto muito interessante e oportuno, já que a área médica é uma das que mais podem se beneficiar das inovações e da tecnologia. Agora, aqui estamos no primeiro passo”.
Além das redes sociais, a campanha será trabalhada em mídia display e nas revistas das entidades representativas das quais o DrApp é parceiro desde 2018, como a AFPESP, APCD, APM, CRECI e CORE.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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