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Arcor lança game Big Big Realidade Aumentada

Para gerar mais conexão com seu público, a Arcor entra para o universo gamer e lança seu primeiro jogo com realidade aumentada. Trazendo toda a ludicidade que a marca Big Big proporciona há décadas, a novidade chega para oferecer uma experiência diferente, divertida e tecnológica aos fãs do chicle, seguindo a tendência “figital” – conceito que reúne os aspectos físico e digital.
As figurinhas que acompanham o Big Big Realidade Aumentada – edição Batalha dos Monstros vão levar os consumidores em uma viagem para a Galáxia Super BIG, formada por quatro planetas, onde habitam os oito monstros que são os personagens do game. Para jogar, basta escanear com o celular o QRCode que vem na figurinha do chicle, acessar o hotsite temático, baixar o aplicativo pelas lojas virtuais de cada celular, e com a própria figurinha, iniciar as batalhas entre monstros que aparecerão na frente do gamer via realidade aumentada.
“A Arcor une a grandiosidade da marca Big Big com inovação e tecnologia, seguindo a tendência ‘figital’, de forma pioneira no nosso mercado. É a primeira vez que uma marca de guloseimas leva o consumidor à interatividade do mundo da realidade aumentada e proporciona uma experiência gamer exclusiva. As figurinhas do chicle fazem parte da diversão de gerações e nosso objetivo é que a novidade se torne uma grande febre do momento”, afirma Anderson Freire, Diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento da Arcor do Brasil.
O aplicativo é gratuito e está disponível na App Store e na Google Play. Indicado para crianças acima de 5 anos, pode ser jogado mesmo offline. No APP, os fãs de Big Big têm acesso à galeria dos monstros, conhecendo de onde eles vêm, quais são seus poderes e tamanho da força de cada um. Além disso, é possível navegar pela Galáxia Super BIG e seus planetas, acompanhar o ranking de suas batalhas, e ainda fazer fotos em formato de selfies com filtros de cada monstro para compartilhar nas redes sociais.
Os planetas da Galáxia Super BIG foram criados a partir dos sabores dos chicles: Uvex (uva), Moran-gul (morango), Quasar Fruit Mix (tutti-frutti) e Hoort-lan (hortelã).
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







