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Arcor celebra 40 anos no Brasil e revela 4 curiosidades sobre os biscoitos Tortuguita

Em meio às celebrações dos 40 anos no Brasil e 70 anos no mundo, a Arcor reuniu 4 curiosidades sobre os biscoitos da sua personagem icônica Tortuguita, uma das principais marcas da empresa no país, que começou como chocolate, expandiu para biscoitos há 6 anos e em 2019 chegou à categoria de guloseimas – estando presente em todos os segmentos de negócios em que o grupo atua no Brasil. Confira abaixo:
- Com o desafio de trazer a ludicidade e o sabor Tortuguita para o segmento de biscoitos, a Arcor lançou em 2015 osbiscoitos recheados Tortuguita nos sabores brigadeiro, chocolate, morango e chocolate com baunilha. O produto crocante, com fonte de vitaminas e divertido para comer foi desenvolvido com as imagens referenciais da marca. Após o lançamento, a empresa apostou em outras versões diferenciadas, como tortini, cookies e wafer, crescendo dois dígitos por ano na companhia.
- Uma das ampliações mais importantes da Tortuguita foi a versão wafer em 2019, o primeiro do Brasil no formato da personagem. OTortuguita wafer, nos sabores chocolate e morango, conta com uma tecnologia exclusiva e inovadora no país, que levou cerca de 2 anos para ser desenvolvida e que permite o molde do biscoito em diferentes desenhos, fazendo com que o consumo seja extremamente divertido e interativo. O item traz o conceito exclusivo de quebra-cabeças: as laterais do biscoito com tripla camada são destacáveis, formando no centro o tradicional formato da Tortuguita. Além disso, o consumidor pode degustar o biscoito seguindo o tradicional ritual que só Tortuguita tem – comer primeiro a cabeça, depois as patinhas e por último o corpinho. Para se destacar no mercado, a empresa apostou fortemente na inovação breakthrough.
- Em 2020, a Tortuguita também virou cookies. OTortuguita cookies está disponível em embalagem de 60g e contém 6 biscoitos com massa crocante nos sabores baunilha e chocolate, ambos com gotas de chocolate. A Arcor aposta no segmento de cookies como uma tendência de consumo cada vez maior, tanto que no passado cresceu 10% em volume e 13% em valor. Segundo dados da Nielsen, no Brasil, esta categoria vem crescendo a duplo-dígito nos últimos anos e representa 8% do mercado de biscoitos. O objetivo da marca é aumentar seu portfólio por meio de inovação de sabores e formatos que atendam todas as necessidades.
- Para atender os fãs da marca e garantir a produção dos biscoitos Tortuguita, a Arcor conta com 2 linhas produtivas nas plantas de Campinas (SP) e Contagem (MG), também responsáveis pela produção de outras marcas relevantes da empresa, como Triunfo, Aymoré e Danix.
Para expandir sua conexão com os consumidores, a personagem Tortuguita também está presente no ambiente digital, pelo Instagram (@tortuguitaoficial), Facebook (Tortuguita) e TikTok (@tortuguitaoficial). Agora, influenciadora digital, ela conta com uma agenda dinâmica, positiva e de entretenimento para reforçar ainda mais sua personalidade única e inconfundível. O portfólio de biscoitos Tortuguita é composto por cookies, lanchinho, wafer, tortinha formato, biscoito Tortuguita 130g e 86g.
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








