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Apple Produções anuncia o fechamento da AREA451 e o surgimento dos Studios Apple

O ano de 2020 ficará marcado para sempre na história do Live Marketing como um dos mais dramáticos com a paralização de todo um setor. Se reinventar em meio as turbulências foi uma das proezas da AREA451, espaço que se originou durante a pandemia e rapidamente conquistou clientes e agências, se tornando o principal palco para os eventos online no Brasil. Imaginar que tudo isso foi apenas há um ano atrás, é algo notável. Mas para surpresa do mercado, o espaço anuncia o encerramento das suas atividades.
Por trás deste anúncio, a empresa detentora do espaço, a Apple Produções, conta a estratégia que instigou tal decisão. Na visão do CEO da companhia, Gijo Pinheiro, encerrar a Area451 no seu auge, é, na devida proporção, como a “história do Rei Pelé – atleta que encerrou sua carreira no seu ápice. No caso da AREA451 foi para deixar na memória a lembrança positiva de um lugar que permitiu ao longo do ano ajudar diversos profissionais.”
No espaço foi possível proporcionar oportunidade de trabalho para técnicos, auxiliares de limpeza, produtores de eventos, diretores técnicos e artisticos, garçons, fotógrafos, carregadores, além de manter a roda girando para agências e departamentos de marketing de grandes empresas.
Em relação a esse “novo ciclo”, Gijo explica que a empresa se dedica agora à uma nova tendência detectada no final do ano passado. “Seguimos o conceito do formato híbrido, ou seja, um evento transmitido via web e com possibilidade de platéia. Fator impeditivo na AREA451, mas que será exatamente a vocação principal dos novos Studios Apple.”
Existe também mais uma explicação para tal movimento. Segundo Gijo, a experiência que a empresa teve em adaptar os espaços de eventos para que tivessem as mesmas características que um studio de televisão abre uma nova frente de trabalho. “Os Studios Apple nascem com a vocação de se adaptar à tendência do mercado.” Gijo comenta que já existem projetos em andamento em Salvador, em Goiânia e Foz do Iguaçu. “O fato de estarmos fisicamente nesses três locais por meio das nossas filiais facilitaram e muito esse movimento. Em breve, esses novos endereços farão parte do nosso pool de studios, mas a vontade da nossa empresa é proporcionar esse movimento, em maior escala, para qualquer local que desejar tal conversão. Acreditamos que através da nossa metodologia, nós podemos ajudar diversos espaços a reabrir e, com isso, fazer a roda girar novamente.”
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Méqui 1000 transforma fachada na Avenida Paulista em território de torcida para lançar o menu Seleções do Méqui

A icônica unidade Méqui 1000, no coração da Avenida Paulista, amanheceu de cara nova para celebrar um dos rituais mais profundos da cultura nacional: a crença no hexa. Como parte da estratégia para apresentar o aguardado menu Seleções do Méqui, o McDonald’s revelou uma transformação completa de sua fachada. A iniciativa, que une o impacto visual do mundo real à ativação digital, foi arquitetada pela GALERIA.ag, com o projeto de live marketing e brand experience assinado pela faro.ag.
A nova estética do restaurante abandona a decoração convencional para assumir um papel de conversão estratégica. Com referências visuais em verde e amarelo, a fachada foi projetada para canalizar a energia da Copa do Mundo FIFA 2026 antes mesmo do apito inicial. Segundo a faro.ag, o objetivo foi transformar o ponto de venda em uma mídia viva, servindo como ponto de encontro e cenário para registros nas redes sociais. “Quando falamos do hexa, estamos falando de um ritual coletivo, de algo que começa antes mesmo do jogo. Por isso, nosso objetivo foi transformar o Méqui 1000 em um território de torcida já no impacto visual, criando uma fachada que traduzisse a energia do torcedor de forma imediata. A ideia foi transformar o ponto de venda em mídia, para o público olhar e se identificar, entrar ou registrar aquele momento”, explica Claudia Goffi, head de planejamento estratégico da faro.ag.
O menu deste ano traz sanduíches inspirados nas seleções da Espanha, Argentina, Alemanha, México, Estados Unidos e Itália, além da inclusão do Canadá com bebidas do McCafé. Para os torcedores locais, o Combo Brasil surge completo com sanduíche, McFritas, McShake e McFlurry temáticos.
Para marcar o lançamento, uma festa de gala antecipou o clima do mundial. O evento contou com a presença do capitão do penta, Cafu, e um time de influenciadores de peso, incluindo Boca Rosa, Lucas Rangel, Brino e a jornalista Fernanda Gentil. A faro.ag executou ativações interativas durante a noite, como um quiz e um passaporte gamificado que estimulou a jornada de degustação entre os convidados.
Parceiros estratégicos como Coca-Cola e iFood também potencializaram a experiência. Enquanto a marca de bebidas abasteceu o bar, o iFood promoveu ativações de fotos com Inteligência Artificial e protagonizou momentos de entrega com suas tradicionais bags.
O projeto do Méqui demonstra como o live marketing pode capturar a expectativa e o comportamento do público, transformando um lançamento de produto em um fato cultural relevante. “Em um evento global como a Copa, o brand experience ganha uma relevância ainda maior; as marcas passam a disputar atenção dentro de um território que já é altamente emocional. Não basta comunicar, é preciso fazer parte do momento, criando uma experiência que se conecta com esse sentimento coletivo. A Copa amplifica alcance, engajamento e conversa, e o brand experience é o que faz isso acontecer”, afirma Cláudia.
Ao converter o sonho do hexa em vivência real, o McDonald’s e a faro.ag reafirmam a importância de conectar marca e cultura, garantindo que o impacto visual da Avenida Paulista se transforme em desejo de consumo e conteúdo espontâneo em todo o país.
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Kallas Mídia OOH estreia em São Paulo com projeto de requalificação urbana no Edifício São João

A revitalização do centro de São Paulo ganha um novo e robusto capítulo que integra preservação histórica, investimento privado e mídia exterior. O Edifício São João, icônica antiga sede do Banco do Brasil na Avenida São João, iniciou um processo de restauro de 18 meses que servirá de palco para a estreia da Kallas Mídia OOH nas ruas da capital paulista. O projeto, inédito no país, transforma as telas de proteção das obras em um ativo de comunicação de escala arquitetônica, conectando o financiamento urbano à publicidade de alto impacto.
A estrutura, que totaliza mais de 2.400 metros de visibilidade voltada ao Vale do Anhangabaú, foi viabilizada por meio de um Termo de Cooperação firmado entre a Secretaria Municipal de Cultura e a Tivio Capital, gestora do fundo imobiliário TVRI11 — detentor do imóvel. Tradicionalmente funcionais, as chamadas “fachadeiras” passam a operar como suporte de mídia patrocinada, permitindo que o investimento de uma marca única viabilize parte da manutenção e preservação deste patrimônio histórico.
Segundo Rodrigo Moreira Kallas, CEO da Kallas Mídia OOH, a iniciativa redefine o papel do Out-of-Home (OOH) na cidade. “Mais do que ativo de mídia, o projeto conecta marcas à cidade e contribui para a preservação de edifício histórico em um dos pontos mais simbólicos de São Paulo. Acreditamos que o OOH evolui quando passa a participar da dinâmica da cidade e não apenas da sua paisagem”, afirma o executivo.
O Edifício São João é uma peça-chave no portfólio da Tivio Capital, representando cerca de 8% da receita do fundo TVRI11. Ao alinhar a exploração comercial da fachada à recuperação física do imóvel, os parceiros criam um modelo de sustentabilidade para o restauro de ativos de valor histórico.
Localizado em um dos eixos mais movimentados do centro, com alto fluxo de pedestres e proximidade com centros culturais e de mobilidade, o edifício passa a operar como uma “superfície ativa”. A iniciativa insere o imóvel no movimento de requalificação da região central, onde o canteiro de obras deixa de ser um transtorno visual para se tornar uma plataforma de conteúdo e financiamento, aproximando a mídia da infraestrutura e do urbanismo paulistano.








