Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Apoie Um Restaurante: movimento de Stella Artois reverteu total de R$ 19 milhões para o setor

Publicado

em

Chega ao fim a edição 2021 de Apoie Um Restaurante, projeto de Stella Artois para ajudar financeiramente os estabelecimentos afetados pela crise. Criada por Stella em março de 2020, a ação voltou no final de abril para amenizar os impactos econômicos para o segmento, vendendo vouchers com 50% desconto para que o consumidor possa utilizar até o final deste ano, de acordo com as políticas de cada região. Assim como no ano passado, a iniciativa aconteceu em parceria com a Nespresso, esgotando em apenas duas semanas uma cota de 52 mil vouchers. Considerando os esforços realizados em 2020 e em 2021, Apoie Um Restaurante bateu a marca de 190 mil vouchers vendidos, revertendo R$ 19 milhões para o setor e ajudando mais de 6 mil restaurantes de todo o Brasil a se manterem em funcionamento. Entre as cidades onde a participação do público mais se destacou estão São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Salvador (BA).

“Encerramos mais uma edição de Apoie Um Restaurante com um sentimento de agradecimento a todos que contribuíram: à Nespresso, que foi nossa grande parceira para que o projeto pudesse acontecer neste e no ano passado, aos estabelecimentos participantes, à toda comunidade gastronômica e, principalmente, aos consumidores que se mobilizaram para ajudar seus restaurantes do coração. Sabemos que o último ano tem sido muito difícil, mas acreditamos que, assim como é gostoso estarmos juntos ao redor da mesa para viver bons momentos, é importante também nos unirmos em torno de boas causas”, conta Arnaldo Garcia, gerente de marketing de Stella Artois.

A Nespresso Professional, como parceira do movimento pelo segundo ano consecutivo, também celebra a iniciativa e os resultados. “Pela proximidade de Nespresso Professional com o segmento, consideramos que essa causa também seja nossa e, enquanto marca, nossa intenção é unir forças com outras companhias e nossos consumidores a fim de diminuir o impacto da pandemia. Estamos muito honrados em participar novamente do projeto, os dados por si só nos mostram que cumprimos nossa missão de, muito mais que oferecer um café de alta qualidade sustentável, ajudar a movimentar economicamente esses empreendimentos. Com certeza o processo de retomada econômica no Brasil ainda trará diversos desafios, mas seguiremos juntos para fortalecer nosso compromisso de apoiar o segmento da gastronomia em todos os momentos”, reforça Marcos Djinishian, Head de Marketing da Nespresso Brasil.

Em Apoie Um Restaurante, o público acessava apoieumrestaurante.com.br, escolhia um restaurante da sua cidade e comprava um voucher de R$ 100 por R$ 50 para usar presencialmente no futuro. O público ganhava um desconto de 50% custeado por Stella Artois e pela Nespresso, enquanto os restaurantes se cadastravam gratuitamente e recebiam o valor arrecadado na mesma semana, sem nenhuma cobrança de taxa. Os cupons adquiridos em Apoie Um Restaurante 2021 poderão ser utilizados presencialmente até 31/12/21 seguindo as regras de circulação de cada cidade, com reserva de data e hora por meio do aplicativo Get In.

A Get In – startup parceira da Ambev para apoiar o ecossistema de bares e restaurantes a retomarem seus negócios com segurança quando liberada a reabertura – foi responsável pela atualização do site em 2021, além de oferecer aos restaurantes dois meses de acesso gratuito à sua plataforma completa de gestão, incluindo o gerenciamento de vouchers e recursos como cardápio digital e sistema de filas e reservas. Graças também à Donus, plataforma de serviços financeiros da Ambev para pequenos e médios varejos, as operações de compra e venda dos vouchers foram isentas de taxas, direcionando o valor integral das arrecadações para os estabelecimentos participantes.
Continue lendo

Empresa

TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

Publicado

em

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

Continue lendo

Empresa

Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

Publicado

em

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

Continue lendo