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Apoie Um Maquiador: conheça a ação social de [quem disse, berenice?] em apoio a profissionais autônomos

Em sua já tradicional data do Dia Do Beijo, 13/4, a marca de maquiagem inicia atividade nacional que vai direcionar recursos para apoio e divulgação da categoria dos maquiadores, que enfrentam paralisação das suas atividades frente ao cenário da Covid-19
O Dia do Beijo sempre foi uma data marcante para a [quem disse, berenice?]. Tradicionalmente, todos os anos a marca aproveita este dia para distribuir batons para suas clientes. Neste ano, porém, estaremos juntos de outra forma: a data marcará o lançamento do projeto “Apoie um Maquiador”, movimento em prol dos maquiadores autônomos que reduziram ou paralisaram suas jornadas devido às indicações de isolamento social pelas instituições nacionais e internacionais de saúde, em razão da pandemia do Coronavírus.
A dinâmica do projeto será feita via Instagram, no perfil @ApoieUmMaquiador, criado pela marca especificamente para essa ação. O perfil funcionará como um portfólio digital para conectar maquiadores a consumidores, que poderão conferir o trabalho de cada um dos maquiadores, e agendar os serviços conforme o que cada um oferece – de aulas a serem feitas após a quarentena até conteúdos digitais de maquiagem e automaquiagem.
Para participar, o maquiador deve se inscrever por meio do e-mail [email protected], onde terá que preencher alguns dados de acordo com regulamento específico, indicado no perfil, a fim de provar o exercício da profissão e evitar fraudes. A partir deste cadastro, a marca inicia o movimento de divulgação e vai, de antemão, custear o equivalente a serviços de maquiagem para mais de 600 dos profissionais apresentados, com fundos próprios e advindos de reduções e doações de cachês de influenciadores e parceiros – número com possibilidade de expansão ao longo do programa. O valor custeado por maquiador é o mesmo valor do serviço de maquiagens das lojas da marca (neste momento 100% fechadas), o Menu de Makes, de R$120. Cada um dos maquiadores terá seu trabalho e contato divulgados em uma trinca de fotos, e todos estarão em stories fixados, divididos por estado do Brasil, para facilitar a localização ao longo do projeto. Serão divulgados 25 profissionais por dia. Para reforçar ainda mais o alcance deste perfil, a [quem disse, berenice?] vai reverter parte do seu investimento de mídia para focar na divulgação deste portfólio digital e investiu em parceiros influenciadores.
Reforçando seu compromisso social, nenhum dos conteúdos no perfil @apoieummaquiador terá qualquer vínculo com produtos ou movimentos de negócio da marca, bem como nenhum maquiador divulgado terá qualquer tipo de contrato ou compromisso de divulgação com a marca.
“Criar essa rede de apoio neste período tão delicado e incerto apenas reforça nosso ideal de liberdade, ao termos a possibilidade de auxiliar esses profissionais a se cuidarem e resguardarem de forma íntegra. Nós acreditamos que juntos somos muito fortes, e que, como marca, podemos fazer diferença na vida de profissionais talentosos e parceiros, que estão sempre conosco na missão de expressar a beleza de cada mulher.” diz Renata Gomide – Diretora de Marketing e Vendas da marca.
Participação especial
Engrandecendo ainda mais os esforços de divulgação, o maquiador Alê de Souza entra como padrinho dessa ação, acompanhado de um time de outros maquiadores e influenciadores parceiros da marca e que acreditam na importância dessa ajuda. Esse time, dentro de suas possibilidades, reduziram e/ou doaram parcial ou integralmente seus cachês, para que mais profissionais fossem contemplados e a mensagem ainda mais ampliada. Entre estes nomes, estão a cantora Luisa Sonza, o jornalista e apresentador Ikaro Kadoshi, as influenciadoras de beleza e estilo de vida Karen Bachini, Taciele Alcolea e Julia Tedesco, os maquiadores Savana Sá, Almanegrot e Lia Weiz, e a Escola Madre de maquiagem.
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








